sexta-feira, 15 de maio de 2015

165 - P'ra lá do Marão e a Cabra Serrana

2015.05.13
Foi uma das Operações mais complexas e bem sucedidas da História do Bando.
Embora realizada em dia de Assembleia Geral Ordinária, ficou definido à nascença que não haveria acta, porque o Aborto Ortográfico assim definiu. Então tentemos desatar a coisa da melhor forma sem ferir susceptibilidades aos doutores do tal acordo.
Os galhardetes foram compostos, idealizados e transportados pelo camarada Mestre Gil. O slogan, contrariando e muito bem a vontade do Presidente Teixeira, foi uma feliz originalidade do Secretário General. E mai'nada, prontos.
A "caminhada"  como gostam de dizer alguns Bandalhos foi prevista para cerca de 115 quilómetros iniciando-se no local habitual da garagem da Rodonorte, onde costumamos esperar o Súcio. Só que desta vez foi ao contrário.
Em alta velocidade para surpreender o inimigo, lá vamos nós Cantando e Rindo, como diz o Presidente.
Até dói olhar a paisagem e não poder parar um pouquinho que fosse.
O Marão está esplendoroso. Para bem de todos, oxalá não o queimem.
A "caminhada" durou 1,30 h e lá estava o Súcio para nos receber mais os camaradas transmontanos, já velhos conhecidos do Bando. O Zé de Lamego que nos desculpe incluí-lo no grupo.
Abraços e beijinhos à chegada e logo retomamos a "caminhada" para a Campeã, atravessando Vila Real. Motivo para um poemaço que esperamos apareça em comentário, do camarada Fozense Tavares.
É o destino...
Chegados lá é feito o reconhecimento do local.
O  inimigo já estava a ser tratado com a ajuda de altas tecnologias. 
O Fernando foi o responsável da captura e cuida bem dele. Por sinal era uma inimiga, mas prontos.
O Cancela aproveita para fazer uma de relax na companhia do Mano Velho Carvalho, o Zé Catió testa a sua "chenesa"  enquanto aos apreciadores de loirinhas foram-lhes confiados os frigoríficos.
Um exagero, como diria o outro. O Afurada Xico Silva encheu-se de brios e foi à Noruega num instante pescar umas enguias de escabeche. Ao atravessar o Cabedelo apanhou umas petingas. Segundo os glutões destas coisas, estavam um espanto.
Ora pois, como bom transmontano e já vamos estando habituados a eles depois daquela coça em Dornelas, o Súcio "abriu" finalmente o Presunto adquirido por alturas do Natal e já meio podre, o qual foi muito maltratado.
Mas também a punheta de bacalhau não faltou, bem como chouriços e salpicão e azeitonas da Terra, mais um queijinho 5 star's.
O Zé Catió descansa, o Zé de Lamego ajuda o Lino a preparar o presunto para os cortes finais.
Esperando para ver o que vai sair, o Mano Novo Carvalho, o Lobo Huuuuu e os compadres de Penafiel, Cancela e Peixoto. Nos entretantos, o Presidente e o Xico Silva passeiam os copos.
As leituras são postas em dia, e parece que o Lino e o Freire chegaram à conclusão que se conheciam há mais de 40 anos. Foi em Moçambique, segundo o relator apurou. E na Campeã o reencontro. 
As mesas vão ter de esperar pela ocupação. O chapéu do Zé de Catió fica bem na fotografia, apoiado na mona do Zé de Lamego. Acompanham-no o Cibrão e o Lino.
A rapaziada pronta para outros ataques.
 Sem dúvidas que as enguias deveriam estar muito boas. A última foi disputadissima e quase dava murro. Mas há muito boa gente que prefere outras coisas. Que o diga o Lino pelo trabalho que teve em desmanchar o presunto.
A última enguia coube ao Mestre Gil.
Como mandam as regras o Súcio fez boa companhia nas loirinhas. Só que esta loirinha é muito pura: sem álcool .
Bom, sempre a trabalhar, o Súcio foi buscar uma relíquia, a qual continha uma pomada que nem vos conto o estouro que deu. Primeiríssima qualidade um tinto caté o Cancela e o Peixoto Bandalho, grandes provadores, elogiaram.
Antes da operação final, uma lembrança do Bando para o Fernando Manuel Dinis Súcio.
O Presidente falou, o Súcio respondeu e os Bandalhos aclamaram.

Acabada a cerimónia, o Súcio foi pegar no "menino" e pô-lo a cantar. Foi feita uma gravação em vídeo deste Cante Transmontano que pode ser ouvida já a seguir. Tá lá no fundo.
E os finalmentes prontos para serem atacados. Estes são os miúdos da bicha.
A bicha cozinhada com uma textura excelente própria para quem usa cremalheiras. O paladar divinal.
Para alargar espaços, estes Bandalhos preferiram uma mesa ao ar livre, junto de uns pinheiros de nova espécie que ficam muito bem na fotografia. Uma selfie para recordar.
Teve de se improvisar uma cadeirinha de bébé para o Tavares chegar à mesa. Ele só queria o biberão tal era a sede...
Poucos acreditam, mas em momento de descanso também se tomam umas águas do Marão.
Uma selfie para recordação
Todos os locais servem para descanso.
 O Carvalho Mano Novo não se importou com a fotografia. Preferiu ler o jornal da tarde.
Para gáudio do Presidente, chegou a sua verdadeira hora: Os Doces e o Vinho que foi Fino com 3 dezenas de anos. Servido com todos os matadores e o cuidado indispensável para não turvar.
De Lamego, o Zé trouxe bôlas de bacalhau e uma espécie de carnes fumadas. Devido à falta de produto foi necessário a cada bocado meter-lhes umas fatias do presunto que ainda ía só em meio de gastos.
E aos brindes "usamos" o excelente espumoso Terras do Demo, que o Zé nunca esquece em qualquer caminhada.

As gentis chefas de cozinha, prepararam a lembrança para levar as assinaturas recordativas do dia e da data. Os fotógrafos matam-se para apanhar o melhor ângulo.

É o momento das assinaturas...

...Para sempre recordar. 

E chegou a hora do regresso

O Campos não passou desapercebido. Esteve sempre muito bem composto e de Rosinha fardado.
O Marão quase em fim de dia está meio turvo.
Já cheira a Porto

Bora aos agradecimentos:
Ao Secretário General  pelo excelente serviço no Bar

 Ao Presidente Teixeira que sem ele não haveria tanta Bandalheira.

Ao Fernando Súcio pela gentileza com que nos recebeu. A sua equipe familiar, a Dona Olívia e a Menina Cecília merecem os maiores encómios não só pela excelente comida que nos preparou mas também pelo que aturaram.

Ao bendito Presunto desencantado já há manga de chuvas e foi agora a sua vez.

À Cabra Serrana que deu o nome de código à Caminhada

Não podem ser esquecidos o Mestre Gil, O Zé Catió, o Zé de Lamego, o Quim Silva, o Silva da Afurada,o Jorge Peixoto - se faltar alguém que me perdoe - pelo trabalho no apoio a esta Bandalheira.
Por ordem Presidencial, vão ser abertas lá para o Natal, as candidaturas oficiais para a Presidência.
Contrariamente a outros Presidentes, o nosso mostra um espírito aberto e acha e muito bem que as Bandalheiras sabem melhor no Verão.
Os candidatos, seguindo a linha da Presidencia, só serão aceites a partir da melhor organização Bandalha. A eleição ós pois bê-se.

As próximas Bandalheiras estão marcadas para os dias 10 de Junho, onde se comemorarão os Dias de Portugal, de Crestuma e do Bando; e em 13 comemorando os Santos Populares nos Melros.

Até lá ...
video



segunda-feira, 11 de maio de 2015

P.164 - Reunião Magna do Bando em 29-04-2015


Editorial.
Este post foi pubicado inicialmente no blogue do nosso Secretário General Portojo: A Vida em Fotos, um blogue muito conhecido, mas de fraca audiência.
Com a devida vénia, mas sem a devida autorização, que selikesse, publica-se aqui e agora aquilo que ao Bando diz respeito e que nunca devia ir para outras publicações, para mais duvidosas. Aliás tem que se começar a rever as incompatibilidades de alguns membros de topo. Não andarão aí a usufruir de honorários à custa dos chamados benefícios de imagem de marca? É que o Bando já ultrapassou fronteiras, já foi a Crestuma, Gaia e Aveiro, já foi ao Pocinho, não foi a Timor mas é um conquistadooor!...
Para saco já chega um, o azul e mais nenhum.
A Bem da Bandalheira
cumprim/jteix

217 - A vida com amigos é outra coisa


Não era dia do Bando mas até parecia, mas nem só do Bando vivem os Bandalhos e um passeio redondo por Santa Catarina numa tarde agradável, sabe muito bem.



















O encontro estava marcado junto à Capela da Almas e logo a seguir vai um cafézinho, um bagaço e uma morena para o Peixoto. Que mais parecia ter pernas, tanto a garrafa se mexia. Devia ser por causa da inclinação da rua.


















A Confraria da Capela das Almas se resolvesse cobrar 10 cêntimos por cada foto aos seus azulejos ganhava uma fortuna. Imagino quanto gastaram pelo último restauro. Oxalá não voltem a roubá-los como recordação.
O Zé Catió não perdeu a oportunidades para mandar um click.


















Parecem um Bando de Pardais... os putos...


















E lá vão eles Santa Catarina abaixo.



















Enquanto o Cibrão resolvia um problema com a operadora telefónica que não mais tinha fim - que NOS é assim mas irritou-o profundamente fazendo-o até perder o código - aproveita-se para um olhar à volta e marcar o 22. À direita o Palladium, em frente o edifício da antiga Casa Inglesa, agora Marcolino dos Rolex, (o Peixoto não se lembrou de ir ver a montra) e para cima a Rua de Passos Manuel.



















As escadas do Coliseu deram para descansar enquanto aguardávamos o Quintino que foi à loja e o Admor pagar a conta.
Enquanto isso, marcou-se o destino que seria nos poveiros.
O Zé Catió, desconhecedor destas coisas, julgou que os tínhamos perdido. Estava impaciente por uma loirinha.




















Finalmente elas, as loirinhas e morenas, chegaram no antigo D. Pasollini, agora Solar do Cachorro ou algo parecido com este nome comercial para acompanhar uma coisitas picante


O cachorro foi o preferido mas o Zé Catió, mais fino, preferiu uma Francesinha que sem dúvida estava a preceito com o queijo bem derretido e o molho apurado.



















Dois pidões (que lindo nome nos arranjaram) aguardando a segunda dose.


















As mão calejadas do Zé e um grande plano artístico do Quim Silva.
Que raiva, disse o Cibrão. Não sabemos a que se referia, mas prontos.


















Contra o habitual o J.Teix. acabou muito cedo. Presumimos que ande de dieta, bem como o Admor, também ele já terminado.

















A casualidade de um espelho com o arco-íris (agora não é preciso o hífen, dizem as iluminadas criaturas que criaram o AO, mas que se lixe - não as eleições como diz o tótó do primeiro ministro - não vou a exame. Mas que o Peixoto está muito bem, não há dúvidas.


















O J.Teix. apresentou um plano sobre como dividir a divida. Muito expressionista. Então paguemos e não bufemos e não sejemos (linda palavra) piegas, como voltará a dizer o nosso caloteiro PM. o PPC,, daqui a uns dias. Corroborado pelo PP. Já que o PR não liga a essas minudências. 
Retomamos a caminha, cada um para o seu lado e já Santa Catarina está debaixo dos nossos olhares com os comércios fechados.


















Os sobrantes caminhadores olham um artista de rua e a sua arte. Interessante a expressão curiosa do pequenino assistente.


















Os que sobraram, regressaram ao ponto de partida. Uma gentil apaixonada por fotografia fez o boneco para recordação com a Capela das Almas em fundo.

















Foi uma correria até conseguir um estabelecimento aberto para descarga dos excedentes líquidos. Foi no Lua Nova porque todos os outros já estavam fechados.


















Diga-se de passagem que servem um bom café e bagaço. Cheiinhos ambos, tudo por 1€.. Mai'nada.

















Retornando, noite quase fechada, e a Lua saiu da Nova para Crescente.
E já está contada a história duma tarde mais ou menos Bandalha. Que por ser do Bando, vai por aqui mesmo quase toda explicada. Quase, claro, não se pode contar tudo.

Aproveito para explicar:
Não sejemos piegas e que se lixem as eleições, são frases do PM - Primeiro Ministro. PPC - Pedro Passos Coelho.
PP, Paulo Portas, o viajante dos aviões e submarinos mais conhecido pelo Paulinho das Feiras de peito ao leu e também como o Irrevogável.
PR o mesmo que Presidente da República, mais conhecido pelos seus gostos por Bolo-rei comido com a boca aberta, por Vaquinhas a comer nos Açores de boca fechada e por Cagarras das Ilhas Madeirenses. Alguém que não gosta de minudências.
AO - mais conhecido como Aborto Ortográfico.

Como agora é muito in - queresse dizer muito na moda - qualquer comentário de um qualquer comentador politico têm de conter uma frase ou muitas, porque ficam muito bem e ilustram os seus textos ou conversas e quantas mais, mais julgam que os admiramos, de alguém estrangeiro muito famoso seja um economista, psicólogo, historiador etc..
Por isso, à força de tanto ler (ouvir muito pouco ca té tenho medo), ganhei a sabedoria desses comentadores escritores-faladores para meter as frases mui sapientes do nosso famoso Primeiro Ministro.
Agora não digam que não expliquei.


                                                                    Um abraço
                                                                             jteix