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quinta-feira, 14 de novembro de 2013

P.122 - 13.Nov.2013 - O Bando em dia de A. G. O. recebe visitas de alto gabarito

Um Bando Anormal (depois explicam-se os porquês pois ficaram registados em Acta - ou será Ata ?) reuniu conforme mandam os estatutos -redigidos pelo Presidente Teixeira, sublinhe-se mais uma vez- na sua sede no Café Progresso a partir das 16 h.
Como o secretário técnico e futuro candidato a candidato à Presidencia Bandalha foi o último a chegar, e já passava muito da hora marcada para o começo da reunião diga-se de passagem, a dita só se iniciou a partir desse momento.
Mas só após o mata-bicho com a loirinha e as torradas da ordem.
Colocada a Ordem dos Trabalhos em Ordem, o Presidente deu voz ao Quintino Monteiro. O orador começou por colocar a Visita do Bando ao Museu do FêCêPê, assunto que não foi votado mas deixando a oportunidade para o regresso do Fernando Súcio. A quem desejamos umas belas e felizes férias.  
O tema seguinte foi apresentado pelo Presidente, para perguntar se faltava muito para acabar a Reunião. Muito bem exposto, mereceu a atenção especial do Silva Ferreira, mais conhecido pelo Zé de Catió, novato nestas coisas abandalhadas, e a audição concentrada do Moreira, mais conhecido por Admor. 
Também abandalhado terá ficado o Mano Velho Carvalho, depois das palavras elogiosas que lhe foram dirigidas pelo 2º secretário Peixoto. 
Registado na tal acta ou ata, os votos que desejamos a este querido amigo e camarada do rápido restabelecimento do seu mano. E enviamos através dele um abraço de saudade ao Mano António, agora liberto do regulado de Medas. 
O ponto a seguir foi a marcação do Tacho do dia simbólico de Natal. Muita discussão em que todos os presentes botaram faladura. Antes disso e para não passar ao esquecimento, a foto dos Bandalhos presentes na Assembleia.
Prosseguindo, ficou registado em Acta (ou será Ata ? ninguém é capaz de explicar ao secretário técnico como se escreve para evitar possíveis erros ?) a discussão de duas hipóteses e as suas razões:
1. a) Porque a vida está cara; b) Porque há Bandalhos com imensos compromissos almoçarais e jantarais no mês que se avizinha e por conseguinte, a falta de datas disponíveis; c) Por um convívio alargado a outros ex-camaradas; d) Enfardar por 20 Paus. e) Não haver mais preocupações com escolhas de Restaurantes, Menus e essas cenas que dão um trabalho logístico que só o Presidente e o Secretário-Técnico sabem.
1.1 Assim, a escolha recaíria em Almoço no Restaurante Choupal dos Melros - sede da Tabanca dos Melros, em Fânzeres e que o Bando já conhece bem - no dia 14 de Dezembro.
2. a) Porque o próximo dia da Reunião do Bando é a 11 de Dezembro alvitrou-se outra hipótese: b) Almoço nesse dia; c) ou Jantar idem, na medida que coincide com a Reunião Ordinária do mês de Dezembro. Ai não abdicamos - antes ou depois - da nossa sede.
3. Nos termos discutidos e aprovados e exarados nesta Ata (ou será Acta), o Senhor Presidente Teixeira fica responsável pela logística.
Portanto, através deste comunicado, estão os Bandalhos e Abandalhos convidados a dar a sua opinião. Os meios para a dar são por demais conhecidos.
Artilheiros e não só, força no objectivo. Pum
Seguiu-se o final da reunião com o chegar à frente, cada um paga o seu e ala para novos rumos
Um dos poisos habituais de fim de dia para relaxar das reuniões atribuladas como são todas as do Bando, é a Churrasqueira as Antas. O Zé Catió queria peixe por causa de qualquer coisa a que faz bem. Acabamos por não entender mas também não interessa. Peixe só Bacalhau mas isso só lá mais para a frente. Agora vai - foi - o queijinho e as azeitonas.
O Peixoto queria Frango. Mas um inteiro só para ele. Prontos, concorda-se, vem um frango como é habitual para aperitivar e ós pois vê-se. Depois outro e outro. O Peixe dito Bacalhau esquece-se. O Peixoto nunca mais acabava de comer frango. Garrafas de Verde branco começaram a furar, as loirinhas boa companhia até ao fim.
Saem as fotos da praxe e aí começa a confusão. Não é que a nova máquina do Bando regista o local rigoroso onde estamos ? Mas se ela não está programada, e bem pode dizer o camarada camareiro que é do roter que está no edifício, eu não me convenço. Escrito na pantalla está Churrasqueira das Antas. Como adivinhou a máquina, será que é bruxa...?????

O Presidente com a sua sabedoria diz que é a mesma coisa como ir procurar ao Google e lá está tudo. Ó Presidente, digo eu, será que o Verde estava bom ? Ou a Mona já está quente ? No Google pesquiso e leio o que lá colocam. Na máquina não coloquei nada e não pesquisei nada. Apareceu e pronto.Imaginem abrir o vosso PC e aparecer uma gaja muita boa tipo daquelas que os Gatos Fedorentos falavam...
A coisa prolongou-se após os palitos, as tortas e os molotoves, os cafés e os uisquies. Para o Peixoto era o seu dia dos desejos. Só do velho e mai'nada. E fomos postos na rua.
Junto ao Ecoponto da casa da ministra das Finanças de Fernão Magalhães,  a coisa aquece mais, apesar do frio da noite. Não sentimos os 8 graus, porque 12 tinha o Vinho e uns 40 os uisquies. Mas se aparece numa máquina não programada a casa onde estivemos, imaginem o que fazem os espiões Russos, Americanos, Chineses e por esse mundo fora. Saudades da PIDE, porque pelo menos a esses conhecíamos as trombas. (Digo eu e não foi registado em acta).
O Zé manda-nos dar uma grande volta e pergunta como vai para casa. A única mente sólida é a minha que contrariamente à opinião geral lhe digo para seguir em frente, encontra o Dragão que o levará nas asas até à entrada da auto-estrada, que é já ali.
Ele concorda porque a carrinha já conhece esse caminho, sem perigo de minas na picada.
Ó Zé, já chegaste ? Manda um aerograma pelo próximo correio.
O Dia do Bando terminou mas antes, ainda registamos com prazer que a nossa sede Café Progresso foi referido no Canal da História do Porto Canal do dia 12. Bem assim como a Confeitaria Primar do tempo da família do nosso Presidente e onde ele foi grande colaborador e impulsionador do bem estar e receber daquela casa. Era frequentada pelas universitárias prá-frentex dos anos 60 e muitos. Do século passado, claro. E quantos corações derreteu o galã, naquela época, só a história saberá.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

P.52 - 13.OUT.2010 - O Bando em A.G.M.

Na sua reunião mensal no Progresso, sempre, e como sempre às segundas quartas-feiras de cada mês, o Bando tinha vários pontos para discussão. Por ordem eram (foram): a) Ausências/Presenças da última reunião; b) Estórias do Vinho Doce; c) Falta de fotos; d) Falta de registos no blogue.
Outras ordens de trabalho foram aparecendo ao longo da tarde/noite, mas lá se chega.
É de saudar a participação na ordem dos trabalhos, depois de longa migração, do Domingos Soares. Sem penugem, pois claro, que as travessias de Oceanos e Ares deixam marcas.
Conforme a hora ia avançando, a participação aumentava.
Depois das ausências anteriores justificadas; Da lembrança da presença do Vasquinho das águas na última reunião. E para acabar com a seca que o Domingos Soares levou do nosso presidente (tipo Vasquinho das Águas), de estórias da história desde os últimos 42 anos até aos nossos dias, fez-se a foto final para que o Bando partisse à sua aventura degustativa, porque os papos estavam a ficar vazios.
Já ninguém queria saber do caso do vinho doce e do garrafão velho que se parte e deve ser substituído por novo. Não são os dois euros que o Biochene tem pagar por ele. É só uma questão de princípio que teve de ficar registada em acta. Pelas caras dos Domingos (O Periquito sentado e o Coveiro em pé), são coisas fora de aprovação para registar na tal bendita acta.
Na amesentação das Antas nada mais interessou do que as viandas chegassem depressa ao ninho. Para começar, nada como um picante fora de série, que quási esgotava os bebedouros. Valeu a àgua verde-branco da Lixa e uma cervejinha a modos que aperitivo, cá para o rapaz.
Para ajudar a desfazer os milhos, nada como uma incursão até aos domínios das gentes-bem, no Jardim da ex-Praça Velasquez, actual Sá Carneiro.
Não adianta tentar uma foto artística na hora da digestão. Mas também (não) ajudou o pestilento cheiro da zona. Os Bandalhos bem que se olhavam uns para os outros, desconfiados. Mas sosseguei-os. O cheiro vem daquelas gentes-bem, que passeia os seus animaizinhos de estimação naqueles belos jardins, mas não apanham a merdinha que os bichinhos deixam na relva. Gente bem é isso mesmo.
Fugindo ao ambiente péstido, o Biochene, normalmente tão encolhido no seu canto, tentou um levantamento fora do galho e quási batia o record mundial de voo p(l)é-nado. Não sei se os seus sapatos já foram para o lixo. Ou para a recauchutagem.
Mas a noite não terminaria em glória sem as estórias profundas, acutilantes, aberrantes, paranoicas, alucinantes, dos velhos tempos.
O passar das horas e das águas, não melhoraram a performance do fotógrado, da máquina e do Bando. Tudo junto deu cá uma confusão das antigas...
Melhor mesmo era levantar voo, que outros ninhos nos esperavam ao fim de mais um longo caminho. Com o Bioxene aos comandos, pousando nos vários aerometroportos que o GPS lhe designou, e finalmente o sossego.
Adeus, até ao meu regresso.