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sábado, 16 de janeiro de 2010

P.21 - 13.01. 2010 - Dia de Temporal

Pois esteve mesmo um dia de temporal na data da nossa primeira reunião formal no Progresso. Eu e o Peixoto corremos empurrados a vendaval entre a Tabanca de Matosinhos e o Café. Não aceitamos boleias, (David, Carvalho, Zé Manel, Barbosa) pois quisemos recordar como era andar à chuva e ao vento nos bons (péssimos) velhos tempos. Só faltou sentirmos a bolanha a fugir debaixo dos pés e aquelas majestosas trovoadas. Correndo até ao metro e depois até ao 305, para nos deixar à porta do nosso local de encontro mensal, porque não dava mesmo para andar a pé.
Já lá estava pessoal, a que se juntou à posteriori o Bioxene. Houve faltas, devidamente registadas, mas a do Quintino é a única a ressalvar, pois estava doidoi, tadinho. Aquela sinusite que lhe deu a passagem aos auxiliares agora está a deixá-lo a pedir ajuda. Mas está melhor, eu sei.
Para a posteridade, depois da mesa de reuniões ter sido devidamente limpa e desinfectada, fez-se a foto da praxe, que poderá ser aproveitada para um anúncio publicitário de oftalmologia. Que cheguem as propostas. Penso eu de que...
Mas foi preciso marchar - melhor seria dizer, embarcar, tanta a chuva diluviana que caía - para o Abreu. Reduzido o Bando mas nem por isso a sua vontade de cumprimentar o amigo, que nos ofertou (é um termo cabalístico, porque pagamos não só a simpatia, a disposição em nos aturar até desohoras, como os miminhos) umas mini-isquinhas de bacalhau bem crocantes (esta nossa conservadora língua e paladar nortenhos que não quer saber de pataniscas, porque serão sempre iscas), uma alheira mirandesa grelhada au point, uns bifes de lombo en su sangre embrulhado em queijo derretido e servido em pão tostado, uns rojões de porco com umas tripinhas enfarinhadas, retirados do seu pingue de conserva, que se desfaziam na boca - exigência minha e do JTeixe45 por causa das cremalheiras - . Depois o pessoal abusou dumas cenas de que já nem me lembro, mas acho que era um bolo que se derretia na boca - ou seriam dois bolos ? - mas depois sim, lembro do queijo da serra, num naquinho de broa, que nem há palavras para definir o prazer de o ter degostado. Claro que nos durantes, por imposição, seguiu goela abaixo um verde da Lixa muito razoável. Com o queijinho da serra, indispensável um tinto, que aqueceu o pessoal que vinha de uma árdua tarefa de despistagem. Para complemento e sossego, cafés e Bagaço do Patrão.
Para que conste, a foto demonstra que o restante Bando estava operacional para novas investidas sobre qualquer território que lhe seja determinado. O Patrão Abreu confirma. Embora tivesse dificuldade em focar a camera. Mas para quem não andou nas Bolanhas até que aguenta com uma certa pedalada.
Nota: Lá atraz, uma TV transmitia um jogo de pólo aquático jogado com os pés e cabeças, em Guimarães.
Outra Nota: Por precaução, visto ter cortado o cabelo e o meu chefe da tesoura ter abusado na profundidade do corte e porque o temporal continuava, não assinei o ponto no Cifrão. Não sei se a falta me vai ser relevada. Mas paciência.