Mostrar mensagens com a etiqueta ribeira. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta ribeira. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

P.092 - O Dia da Artilharia: 4 de Dezembro

Embora não artilheiro do PUMMM, como o Kim Mendes e o Pina, mas do mesmo período em Vendas Novas, e que vivemos na mesma unidade na Guiné alguns meses, passados mais de 44 anos, ainda me lembro (afinal estamos sempre a recordar) as terríveis onze semanas de verão alentejano passadas naquele quási campo de concentração, que era a Escola Prática de Artilharia.
Onde nada nos era permitido, mas tudo fazíamos para contrariar a "ordem estabelecida". Histórias inesquecíveis nos ficaram desse período da nossa vida. Quem não se lembra do saudoso Canhão a namorar à porta do "campo" e a Companhia à espera dele na parada. E que dizer do slogan 1 Litro de água aos 50 Km. E do "reabastecimento" que o bom Povo Alentejano nos proporcionava gratuìtamente, durante os intermináveis dias e fins de semana de campo. Dos desenfianços quando a Companhia estava presa ao fins de semana e a solidariedade funcionava, respondendo uns pelos outros nas diversas chamadas. Solidariedade também durante os crosses e marchas, quando as forças de um ou outro começavam a ir-se. O salto ao galho, interpretado pelo Oliveira de Vila Verde, com a colaboração e corrupção dos "detidos" que formaram um magnífico coro teatral com o Salta, Salta (a juventude de agora pensa que o Salta foi inventado por eles) para safar o David Santos do castigo. Claro que "comíamos de ginjeira" os já experientes alferes que estavam de oficial de dia. Afinal éramos muito rústicos e eles uns meninos da mamã.
Mas recordo ainda hoje as palavras do Capitão Branco, que com emoção nos disse, à despedida do curso, para não nos deixarmos abandalhar. A vida ía ser dura. A Psico funcionou.
Muitos de nós fomos colocados em Paramos no Gaca 3 para dar recrutas. Que bela vida passamos lá. Embora o ordenado mensal de 90 escudos nem desse para o Tabaco. Mas a amizade criada em Vendas Novas foi muito forte e até hoje dura.
Na foto, tirada na messe do GACA, um camarada e grande amigo que já não está entre nós. O David Santos. Morreu passado pouco tempo depois do nosso regresso da Guiné. É ele o chefe de mesa.
Recebemos, fez ou faz agora por estes dias anos, a notícia da mobilização. Fomos os primeiros do nosso curso, juntamente com o Oliveira e o Alcochete.
Eu lembro que no dia 8 já tinha saído à ordem a mobilização, mas nem tive coragem para dizer em casa.
Faz também 44 anos que fizemos um Jantar no Chez Lapin, a nossa despedida. E porque era Natal, juntaram-se os dois eventos.
Fez também ontem, Dia da Artilharia, 42 anos que regressei a Catió depois de umas férias no Hospital de Bissau.
Tudo isto só porque ontem foi o Dia da Artilharia e eu estar chateado que nem um peru na véspera de Natal dos sem crise. E nem sou Artilheiro do Pummm.

sábado, 23 de julho de 2011

P.084 - O Bando numa de cultura.

Numa repentina convocação extraordinária, mudando de sede, o Bando possível, reuniu-se na Confeitaria do Bolhão. Em acta ficou registado que iríamos ao sabor dos ventos.
Santa Catarina era percurso obrigatório e ver o eléctrico é recordar velhos tempos.
Santo Ildefonso nos olhando e nós olhando as obras do Águia Douro. E a triste Praça da Batalha mais o seu lago cheio de lixo.
Definiu-se a caminhada no sentido da Sé por Cimo de Vila. O Quintino e Peixoto não foram confirmar se o Louro ainda tem presunto, mas sim ver a Volta à França na TV.
O Presidente Teixeira preferiu o ar livre junto ao Mural do Mercurie. Boneco difícil de registar para a posteridade, tal o vai-vem do pessoal
Por causa do edifício grande, levantou-se discussão acalorada para saber qual era. Saem mapas das bolsas, percorrem-se as torres com o olhar e coisa não ata nem desata
Um zoom para depois se confirmar. Mas o nosso Presidente parece já não ter dúvidas. É o Hotel D. Henrique.
Claro que o velho Porto, soldado como Almeida Garrett pensa ter existido, ou apenas a estátua que esteve altaneira na antiga Câmara, na Praça de D. Pedro - hoje Praça da Liberdade - não podia deixar de merecer a nossa visita. E a lamentação por estar tão escondida atrás do mamarracho que é o edifício simbólico da Casa dos 24. Do Largo actor Dias, passando pelo Palácio, aqui veio ter, triste e conformada.
Nos fundos do tal mamarracho e que serve de posto turístico, está escondida uma maqueta da Cidade, entre 3 paredes de pedra e uma em vidro, totalmente porcos de sujidade e cagadelas de aves. Esta obra não é antiga (O Dragão lá está, bem como os molhos novos da Barra do Douro), mas as indicações de referências da Cidade não estão nem as luzinhas funcionam. Faltando claro, já alguns elementos: das seis pontes só sobra a do Infante e a Torre dos Clérigos também já foi à vida. A Câmara nem parece a mesma...e por aí fora. Esta foto tem talvez um mês...
Depois de se confirmar que as obras ainda andam por ali e que os Grilos estão fechados (há quantos meses isto acontece...) resolvemos enveredar pelas Verdades que já foram Mentiras e depois para o Barredo.
Uma pausa no Largo do Padre Américo para apreciar telhados e ruas medievais.
A placa com a célebre mensagem do Padre Américo. Se ele pudesse voltar, veria como o seu Barredo está lindo.
Admirar o que nos rodeia numa das partes históricas da Cidade.
Para a posteridade, 4 Bandalhos.
Pelo caminho que as coisas levavam e pela sede que já se sentia "tá-se" mesmo a ver aonde iriamos dar...
Pois claro, à D. Ermelinda, embora o simbolismo não seja reclame da boa tasca. Não ficou a foto dos comes e bebes, porque parece haver pessoal visitante destas coisas que fica ligeiramente agoniado com o que o Bando se alimenta. Mas fica a ementa: Camarão dos Pobres, que é como quem diz, Sardinha pequenina frita; Orelheira de Tó em Vinagrete, acompanhada por ciclistas (feijão fradinho) em molho verde. E claro, a especialidade da Casa, Iscas de Bacalhau. Broa de Avintes - estava uma delícia - e Azeitona preta bical. Verde branco que não era da Lixa, mas era da pipa. Razoável. Café e Bagaço para complemento e uma boa digestão.
E foi assim a sexta-feira cultural do Bando.
O camarada Bioxene não foi esquecido. Lamentamos a sua pouca sorte com tanto trabalho. Mas permitimos que ele levasse o novo carro privativo do Bando, que está cheio de defeitos incluindo a matrícula...

quinta-feira, 26 de maio de 2011

P.076 - O Luís Guerreiro veio ao Porto do Bando

O nosso Bandalho correspondente Luís Guerreiro, vindo do seu longínquo Canadá, apresentou-se em Campanhã para passar um dia com o Bando. Como programado, às 9,55 h. tmg Recepção à Moda do Porto, com o nosso Presidente a dar-lhe as boas vindas. Há mais de 40 anos que não se viam. Mas quem se quer bem sempre se encontra. Enquanto esperamos pelo Quintino que, segundo umas bocas, parece gostar mais da cama do que eu, fomos tomar o cimbalino da ordem. No Paraná.
De entre os vários itinerários propostos, adoptamos por dar uma tareia aos pés até Gaia. Atravessar a Estação, sair para o Freixo, descer pelo Mota e eis-nos na Gustavo Eiffel.
Primeira foto junto à placa comemorativa do embarque das tropas que combateram Soult há 200 anos. Começou aqui a derrocada do exército napoleónico. Relembre-se ao camarada Moreira, que estávamos juntos à Ponte do Freixo com a de D. Maria em fundo.

Mais uma recordação, agora junto à Calçada da Corticeira. Com meia Ponte do Infante à vista. Ó Moreira, esta é que é a verdadeira.

Um camone que andava por ali, - ninguém percebeu a sua nacionalidade - fez-nos um boneco com a Ponte de D. Luís em fundo. Pelo sim pelo não, o Bando agradeceu-lhe nos idiomas
mais conhecidos: Gracias, Mereci, Thankiu, ok Obrigado, pois claro.

Contràriamente aos costumes do Bando, alinhamo-nos e atravessamos a Ponte pela esquerda. Como manda a lei e a placa informativa. Para a posteridade, mas não original, uma recordação do Guerreiro.

Já em Gaia e bem próximo do objectivo, o Moreira resolveu estragar a intenção. Coisa que não costuma acontecer... poucas vezes. Um telefonema ao Biochene - ou Bioxene conforme gosta de dizer o nosso Presidente jteix45 - para saber se podia vir almoçar com o Bando. Infelizmente esteve incontactável todo o dia.

Já no final do repasto, composto para lá da pomada douro-transmontana, por salgadinhos, presunto, azeitonas cortidas, bacalhau - pois claro - e arroz de tamboril com gambas, caféses e bagaço muito (sobremesas não sei se se comeram, pois tive de me ausentar até à rua para meter a dose), o nosso simpático assistente prontificou-se a registar o momento. Ninguém consegue entender a cara de mau do Moreira nestes momentos felizes, já devidamente etílicos. Seria porque os seus pèzinhos ainda estavam a arder ?


Desta vez foi um Japa - ou coisa parecida - que amàvelmente fez o boneco. Não sem antes nos ter pregado um susto. Calculamos que ou a máquina, ou os seus óculos, ou todo o seu corpo, ou tudo junto, iriam parar ao chão. Felizmente nada disso aconteceu. Mas que o homem mostrou uma grande atitude profissional, lá isso não nos restaram dúvidas. Aquele abaixar e abertura de pernas quási em arco perfeito, foram demais.

Após um pouco de ar fresco junto ao rio, fomos até ao Mercado.

Pensava eu que iria tomar um café para o sossego e alguém se lembrou que eram horas de tomar um Porto. A simpatia do senhor Amorim foi ao ponto de nos abrir a sala de jantar para estarmos à vontade - até às 4 horas - . Lá foi uma garrafita de Ruby, que nestas coisas o Bando não é de etiquetas. Muitos brindes como é da praxe e logo ali se marcou para o dia 15 de Junho uma sardinhada no Campidouro, no palacete do Peixoto. Com a presença do Guerreiro, que voltará pouco depois ao seu Canadá. Tema para futura retoma.

Sem legenda a Mensagem do nosso Presidente. Com um Presidente destes quem precisa de outro. Penso eu de que ...

Se dúvidas houvesse sobre a qualidade presidencial do jteix45, digam-me quem mais seria capaz de descobrir um senhor sentado na sombra do Cais de Gaia, olhar para ele e dizer-lhe: Eu conheço-te. Tropa, Guiné. E o senhor, calmamente, levantou-se e apresentou-se. Estive em Barro. A minha companhia era a ... deu um número que não fixei. Salta o presidente: Vocês foram substituir a nossa. Pronto. Como estava por ali próximo o Moreira, o presidente pediu a sua apresentação imediata, para fazer as apresentações. Meia dúzia de minutos foram suficientes para o Moreira adormecer. Em pé. Até parece que passou por Vendas Novas tentando imitar um outro Teixeira, de apelido Portojo. Mas isso foram filmes com cenas eventualmente chocantes.
Nos intervalos das discussões sobre o ASCO, as rações de combate, Guileje, Gandembel ou Gadamael, Barro, Norte que é Leste e por aí fora, há sempre tempo para um boneco artístico reflexário. A luz não estava muito de acordo mas faz-se o que se pode.

Juntinho à relva - e não é só a bola que deve andar por lá - também se guardam lembranças para mais tarde recordar. Guerreiro e Peixoto, dois da 2410. Faltava o Quintino. Mas há-de aparecer.

De regresso à travessia do Douro, pela Ponte, claro, e sempre pela esquerda, o pessoal lá vai a caminho da Ribeira.

Para o Presidente guardar a melhor foto, durante os seus 65 anos, que alguém lhe fez. Nem quando começou a sentar-se, o Salvador fez coisa tão bela. Também era difícil, pois ele é mal amanhado de nascença, embora agora esteja mais bem compostinho. Uma vantagem para os fotógrafos actuais.

Desta vez era impossível o Moreira estragar a foto, pois por natureza ela estava já estragada. Aquele mamarracho - igual ao que está do outro lado - significa o local onde existiu a Ponte das Barcas, de trágica e triste memória para as gentes do Porto, especialmente as ribeirinhas -mostra o pior gosto de arquitectura. Se tivesse sido feito por uma aprendiz de Belas Artes, dar-lhe-ía o direito a reprovar 5 anos seguidos a entrada na Faculdade. Mas como foi projectado por um arquitecto de nível mundial, segundo os Presidentes dos Prémios, é obra asseada. Pobres Ribeiras que têm monumentos destes. Pobres cidades que aceitam ter coisas destas no seu seio. Pobres Presidentes municipais, que aceitam isto. Não haverá um grupo especialista em roubar estas coisas ? O Bando ajudava.

Lembrou o Peixoto e muito bem que era hora de tomar uma cervejinha. Ou um copo de vinho. Pois bem, foram as duas bebidas em uma, com um pouquinho de açúcar. A tal chamada receita, de que não sou apologista. Mas quem sou eu para contrariar o Quintino ? Claro, o Guerreiro tinha de provar as Iscas da Dona Ermelinda, que continua linda. Embora as Iscas sejam feitas pela filha, que continua cheia de tremideiras. Mas que para o caso não interessa nada.

No Cubo da Praça da Ribeira, alguém nos fez o boneco. Já não lembro quem foi. Mas estou desgostoso. Está um papel no chão e ninguém reparou. E uma cadeira que era suposto não estar ali. Mas está, está. Nada pode modificar a situação, nem mesmo o Photo-é-fixe.

Continuamos a ter muito gosto em fotos tipo capa de 45 rpm dos sessenta do séc. XX. A luz de trovoada sem cheias paira sobre Gaia.

Mais uma dos olhos de lince do nosso Presidente, que Deus o guarde por muitos anos, pois sem ele não saberemos as picadas a seguir. É que havia sido colocada esta faixa no Palácio das Cardosas, futuro Hotel, provàvelmente em homenagem ao nosso querido Bandalho. E mais uma vez o Presidente tem razão. O nome dele é com X que se escreve. O resto é paísagem e mai'nada. E quem não estiver de acordo que dar vanho ao cãom.

Nesta altura do campeonato já o Moreira nos havia abandonado. A desculpa foi a de que ía ao Santos. Ora o ir tem muitos significados cá para a rapaziada. Mas mais uma vez, isso não interessa para nada. Interessa que nos fomos despedir a Campanhã dos Luís Guerreiro. Uma chavalita fez o favor - disse, com muito gosto - de fazer a foto do grupo. Para que conste, determina-se e publique-se.

E pronto, lá partiu ele num TGV cheio de pressa, tremidinho da silva. Eram 20,15 h, tmg.

Guerreiro, o Bando agradece a tua visita. Até 15 de Junho.
A tempo: Note-se que encontramos o Quim Mendes Pum no seu belo carrinho, que nos fez um Olá, pois ali no meio de S. João, a caminho do Túnel, não dava para mais. Esperemos que seja um dos presentes.


quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

P.58 - A última Bandalheira do ano

Após muitas actas escritas nas assembleias gerais extraordinárias, convocadas por email, telefone e msg., pelo presidente, pelo secretário e por quaisquer dos bichos-careta que compõe este Bando, tendo como temas únicos quando e como seria a nossa última reunião do ano, (tudo porque o dia 8 é feriado coincidindo com o dia normal da assembleia ordinária mensal na sede do Café Progresso), foi escolhido o dia de ontem, por sorte cheio de cor e água, determinando-se a comparência, excepcionalmente, no Restaurante do Gil, nos Melros do Choupal, ali em Cabanas, Fânzeres, Gondomar, terra do nosso ex-camarada Valentim. O dia amanheceu lindo, prometendo muito vento e chuva. Nada que preocupasse o Bando, habituado que est(á)eve às intempéries equatoriais.
A rapaziada em farda de serviço a rigor foi chegando, destacando-se desde logo o bem-vestido Jorge Peixoto. Lindo no seu blue-tai de veludo e gravata a condizer. O Presidente mostrava-se preocupado pois as horas passavam e o Moreira Admor + o Santos não apareciam. E as barriguinhas a darem as ditas cujas. Note-se o fuminho que adornou a foto. Não sei se era da neblina ou de algum charro que andava por ali a espalhar o seu incenso.
Com as coisas já acomodadas no refeitório do Gil e após umas ligeiras entradas, revoltamo-nos com várias espécies gastronómicas de bacalhau - o peixinho de preferência do Bando - mais a pescadinha e arroz de gambas que os nossos neófitos companheiros Oliveira e Vilaça trataram de embrulhar.
O Peixoto, o Quintino e o Soares não sei porque esperavam para troglodir o bicho-peixe.
O Fernando Biochene e o Sr. Presidente JTEIX45 com os cumprimentos, lá deram a segunda volta embora parecendo com um certo sacrifício.
Como chefe de mesa, o nosso querido Presidente serve gentilmente o Fernando Dias, o Moreira Admor e o Santos.
As fotos de galeria também têm direito a figurar. Aliás como sempre aconteceu desde que o Bando anda nestas confusões.
O Vilaça e o Oliveira II - por falar nisso, o I nunca mais apareceu. Sr. Presidente é preciso mandar-lhe uma boquita para saber o que se passa. - em grande pose.
O Quintino em vez de comer passa a vida na paródia.Por isso não sai dos 60 - Kg que não anos -. Esses já lá vão e há muito.
Uma geral, já tudo embrulhado depois do cabritinho que estava uma delícia. Pena o Oliveira e o Vilaça terem abandonado a reunião.
Parece que o pessoal já estava a ficar bom para ir à Madrinha. C'ólhinhos do Dias, c'a cores do Almeida e qi boa disposição do Santos
Porque havia os aninhos próximos cá do rapaz e do Biochene, o Gil gentilmente ofertou o bolinho da ordem. Mas as velas não se apagavam.
Como se pode constactar, o bolo continua parado e o Fita Azul já vai no ar. O respeitinho ao colesterol é muito lindo.
Como num jogo de futebol pela TV, é preciso repetir o visionamento dos lances para que nada falte para uma opinião perfeita. Neste não deixa dúvidas nenhumas.
O nosso Sr. Presidente teve de resumir para a acta a reunião. Com muita pimba e circunstância. Por falar nisso, anda-se a esquivar à marcação de novas eleições. Será que julga que o cargo é permanente ?
E porque nem só de comidinha constou o rancho, informa-se os interessados que foram incluídos uns alentejanos tinto e branco e um verde branco Lixense (?) , de cor agradável, taninos puros, um certo adestringimento ao paladar, que passou de razoável a muito bom logo ao terceiro copo. O Admor que o diga. Como fundo memorial, a seda pura transformada em gravata, pertença do nosso camarada Jorge Peixoto. Foto reservada do Fernando Almeida, mais conhecido por Biochene desde Abril de 1967.
Contràriamente a Apalache, a reunião acabou plena de concordância.
Na mesa da assinatura da acta, alguns bandalhos descansam da trabalhera fazendo companhia ao Sr. Presidente.
Ora é hora de partida, pois a viagem de regresso era longa e a noite já estava vindo.
Um dos pinheiros do choupal, recortado numas résteas de azul e cinza.
Não sei porque artes nem de quem foi a ideia, mas uma viatura da excursão resvalou para a marginal a caminho da Ribeira. Uma paragem na Gustavo Eiffel para bater umas fotos. E não só...
Por baixo da Ponte do Infante, corria célere o Douro, espelhando nas suas águas as luzes das marginais. Ao longe, não um navio, mas a elegante Ponte Luíz I. Só mesmo um artista percebe que não se deve fazer xixi para o Rio. E logo ali o muro da escarpa das Fontaínhas tão perto.
Estacionada a viatura no Parque do Infante onde nunca tinha entrado e aquilo assusta. Acho que está por baixo do Rio Douro. E quanta arqueologia se deve ter ali descoberto aquando das escavações. Bom, mas isso não interessa nada para o caso, e depois de um pequeno passeio, lá fomos parar às Iscas. Numa foto, confirmamos o que o Sr. Presidente já sabia. Aquela coluna e o lampião desapareceram. Para as gentes daqueles lados, era como um marégrafo de cheias. Assunto a rever.
Para a posteridade, os comilões-inhos enquadrados no ambiente. Destoa um pouco o Quintino, porque não é um Jorge como os outros. Mas é António e mainada
Na saída, uma olhadela para a Praça do Infante, que parece não ter a estátua. Será que o Infante D. Henrique terá ido jantar quando lá chegamos ? Pobres arquitectos paisagísticos ou lá o que serão, que não dão luz às nossas estátuas. Tal qual como a do D. Pedro na Praça, o Garrett no Município e sei lá quantas mais.
Bom, Bandalhos. Por hoje está tudo. Até sexta no Cifrão.
Nota: A quem nos lê e vê, podem mandar as boquitas da ordem. O Bando agradece. E Bandalhos são todos que por aqui pousam. E se não queres ser Bandalho, não vistas as penas.