Conforme foi deliberado na reunião extraordinária do Bando, no dia dos Melros e no Choupal a 13 passado, leva-se ao conhecimento dos Bandalhos e afins e por ordem expressa do nosso querido Presidente J.Teix.45, que a visita às Novas Torre e Igreja dos Clérigos, Catacumbas e Capelas agora descobertas será na QUINTA-FEIRA, DIA 18.
O programa é o que se segue:
11.30 H - Encontro com o Fernando Súcio que chegará na Carreira às 11,25 h. na antiga Travessa de Passos Manuel.
12,00 H - Reunião geral junto ao Edifício Garantia no passeio sul da Avenida dos Aliados.
12,20 H - Marcha em direcção ao Hoje há Tripas no novo restaurante Pontual de preços económicos na Rua do Almada 350, próximo da Candeia e da Casa onde habitou Camilo Castelo Branco uns tempos.
12,30 h - Ataque às ditas, já com marcação confirmada dos seguintes bandalhos:
Jorge Teixeira, Presidente
Jorge Teixeira. Secretário General
Fernando Súcio, Cavalaria de Vila Real
Cibrão Guimarães, Bigodinhos da Pesada de Rio Tinto
Zé Catió, Crestuma aqui vai disto
António Tavares , e as transmissões
José Freire, Presente com a Engenharia
João Encarnação, Arrasador de Gaia
Joaquim Silva. E loirinhas mais...
Duvidosos para o almoço:
Quintino Monteiro; mas ós pois vê-se
Jorge Peixoto; mas ós pois vê-se
Adriano Admor; mas ós pois vê-se
14,30 h. Reunião em frente á Igreja dos Clérigos, aguardando em triunfo a chegada do Eduardo Campos. E todos os demais que queiram assaltar as novas instalações "clerigais", incluindo a subida à Torre. Pelo novo elevador, claro.
Depois. Depois é como ó costume. Cada um para o seu lado. Ou não. Depende. Há sempre uma Taxca ou Venham Mais 5, ou um Louro ou uma Gazela.
Inscrições ainda abertas. É só entrar no Bando e dizer da sua justiça.
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
P.152 - Entre o Carmo e as Carmelitas
Era ou deveria ter sido, uma Assembleia Geral na nossa velha sede, muito importante, com variadíssimos pontos para debate. Mas o mais importante ainda é que deveria ter sido logo discutido onde seria o jantar - como sempre foi resolvido quase à bofetada. E deixado para o fim.
P'ro caso não interessa nada e entrou-se na ordem dos trabalhos propriamente dito só com os presentes. Os ausentes que se fizeram presentes foi só ós despois, perdidos que andaram. E aguentaram e mai'nada.
Começou-se por ordem de tamanho: 1. O Pião das Nicas que o Manuel Lopes e Lopes, mais conhecido por Kambuta dos Dembos, ofertou ao Bando. Ficamos maravilhamos por funcionar. Há um vídeo lá para o fim a confirmar.
Um abraço ao Manel e os nossos agradecimentos.
Entretanto chegou o Zé e fomos à segunda ordem.
Pois a segunda da ordem é - foi - nada mais nada menos que uma Bagaceira Borba de 1955.
Uma oferta para o Bando de um amigo especial, o Mário Valente Lopes. Uns mânfios queriam apoderar-se logo dela, mas colocou-se-lhes um tequerisse.
O terceiro ponto era o almoço do Bando conjunto ao dos Melros. Tudo resolvido, as marcações já feitas para o Gil. E quem quiser vai quem não quiser vê as fotos depois e pronto.
Até amanhã é o limite das reservas.
Ficou feito o aviso que sábado dia 13 vai ser um dia de temporal. Mas o Choupal tem muitas lareiras...
Muitas doenças foram apresentadas durante a ordem de trabalhos para aprovação da mais difícil. (Estes gajos estão mesmo xexés, não sabem falar de outra coisa mesmo tendo tantos motivos de interesse à nossa volta). Aqui o Secretário General não conseguiu sequer ver votada a sua, pois o Secretário-General -Mor -Peixoto arrumou para o fundo da prateleira com um peremptório Car.....o, Não te Faças Importante.
Por com seguinte (ou será por conseguinte ?) - hoje como li coprodução num jornal diário que tive o cuidado de expedir antes de sair para a Bandalheira e por isso já nada me admira- seguimos para o Restaurante escolhido de olhos fechados.
Diga-se de passagem que fomos muito bem alimentados e bebidos também.
Enquanto passava um filme pornô na Tv, os seis resistentes às intempéries geladas do Mar do Norte amesentaram-se e vai daí, prepararam-se para dar ao dente.
Contrariamente ao que nos é aconselhado medicamente, (advérbios de modo é cá com o escrivão; assim como os diminuitivos) entramos por queijinhos marados, azeitonas ácidas e salsichas frescas grelhadas. O pão estava saboroso, bem como um arroz de feijão vermelho malandrinho e pernas de polvo frito que se desfizeram na boca.
Seguiram-se uns bifes na pedra, tenros e de paladar próprio para quem sofre de imensas doenças.
Apostamos depois nuns bolos mais que doces, divididos irmãmente (outra palavra que não sei se ainda vem no dicionário - ou será diccionário ? ) e especialmente para o nosso querido Presidente, devidamente acompanhados por um cálice de Vinho do Porto.
A restante rapaziada com o cafézinho da ordem, foi-se abotoando à Bagaceira Borba, uma oferta bem apreciada.
Juntamente com a Piasca ofertada pelo Kambuta, a garrafinha via o seu líquido baixar.
Depois chegou a dolorosa que pôs a cabeça do Presidente a ver Douro por todos os lados.
Um ri-se outro fica sério. Vamos lá entendê-los.
Cada qual no seu melhor e o Presidente nem ata nem desacta. Só porque está uma garrafinha escura na mesa, ninguém acredite que foi a única. Mas também não se regista na Acta quantas foram...
E o querido Presidente dali não sai dali ninguém o tira. E o Campos todo estragado cheio de tosse...
Antes de cada um ir para o seu lado, uma pose junto do cartaz-mamarracho entre o edifício da Reitoria da Universidade e as Igrejas do Carmo e da Trindade.
Perdão, das Carmelitas. A confusão é para ver se o mamarracho cai de uma vez e deixa aquele espaço livre.
Espero que o vídeo da piasca passe, só para a verem a trabalhar.
P'ro caso não interessa nada e entrou-se na ordem dos trabalhos propriamente dito só com os presentes. Os ausentes que se fizeram presentes foi só ós despois, perdidos que andaram. E aguentaram e mai'nada.
Começou-se por ordem de tamanho: 1. O Pião das Nicas que o Manuel Lopes e Lopes, mais conhecido por Kambuta dos Dembos, ofertou ao Bando. Ficamos maravilhamos por funcionar. Há um vídeo lá para o fim a confirmar.
Um abraço ao Manel e os nossos agradecimentos.
Entretanto chegou o Zé e fomos à segunda ordem.
Pois a segunda da ordem é - foi - nada mais nada menos que uma Bagaceira Borba de 1955.
Uma oferta para o Bando de um amigo especial, o Mário Valente Lopes. Uns mânfios queriam apoderar-se logo dela, mas colocou-se-lhes um tequerisse.
O terceiro ponto era o almoço do Bando conjunto ao dos Melros. Tudo resolvido, as marcações já feitas para o Gil. E quem quiser vai quem não quiser vê as fotos depois e pronto.
Até amanhã é o limite das reservas.
Ficou feito o aviso que sábado dia 13 vai ser um dia de temporal. Mas o Choupal tem muitas lareiras...
Muitas doenças foram apresentadas durante a ordem de trabalhos para aprovação da mais difícil. (Estes gajos estão mesmo xexés, não sabem falar de outra coisa mesmo tendo tantos motivos de interesse à nossa volta). Aqui o Secretário General não conseguiu sequer ver votada a sua, pois o Secretário-General -Mor -Peixoto arrumou para o fundo da prateleira com um peremptório Car.....o, Não te Faças Importante.
Por com seguinte (ou será por conseguinte ?) - hoje como li coprodução num jornal diário que tive o cuidado de expedir antes de sair para a Bandalheira e por isso já nada me admira- seguimos para o Restaurante escolhido de olhos fechados.
Diga-se de passagem que fomos muito bem alimentados e bebidos também.
Enquanto passava um filme pornô na Tv, os seis resistentes às intempéries geladas do Mar do Norte amesentaram-se e vai daí, prepararam-se para dar ao dente.
Contrariamente ao que nos é aconselhado medicamente, (advérbios de modo é cá com o escrivão; assim como os diminuitivos) entramos por queijinhos marados, azeitonas ácidas e salsichas frescas grelhadas. O pão estava saboroso, bem como um arroz de feijão vermelho malandrinho e pernas de polvo frito que se desfizeram na boca.
Seguiram-se uns bifes na pedra, tenros e de paladar próprio para quem sofre de imensas doenças.
Apostamos depois nuns bolos mais que doces, divididos irmãmente (outra palavra que não sei se ainda vem no dicionário - ou será diccionário ? ) e especialmente para o nosso querido Presidente, devidamente acompanhados por um cálice de Vinho do Porto.
Juntamente com a Piasca ofertada pelo Kambuta, a garrafinha via o seu líquido baixar.
Depois chegou a dolorosa que pôs a cabeça do Presidente a ver Douro por todos os lados.
Um ri-se outro fica sério. Vamos lá entendê-los.
Cada qual no seu melhor e o Presidente nem ata nem desacta. Só porque está uma garrafinha escura na mesa, ninguém acredite que foi a única. Mas também não se regista na Acta quantas foram...
E o querido Presidente dali não sai dali ninguém o tira. E o Campos todo estragado cheio de tosse...
Antes de cada um ir para o seu lado, uma pose junto do cartaz-mamarracho entre o edifício da Reitoria da Universidade e as Igrejas do Carmo e da Trindade.
Perdão, das Carmelitas. A confusão é para ver se o mamarracho cai de uma vez e deixa aquele espaço livre.
Espero que o vídeo da piasca passe, só para a verem a trabalhar.
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
P.151 - Assembleia geral concorrida
Houveram dois pontos principais na ordem dos trabalhos.
1. A recepção a piriquitos.
2. O almoço de Natal
1. A recepção a piriquitos.
2. O almoço de Natal
A sala do Café Progresso quase encheu com os Bandalhos em ponto de rebuçado.
O S. Martinho já tinha passado mas ainda se notavam resquícios.
Piriquito só mesmo o Narciso. E que bem ele cantou. Histórias incontáveis e sem conta.
Segundo contaram porque aqui o secretário general não ouviu nada a não ser um barulho permanente.
O segundo ponto passou para a sala da Churrasqueira das Antas.
Houve faltas a esta continuação da reunião. Um porque tinha de se levantar cedo para ir a pé a Fátima, outros por isto ou por aquilo. Cada um é como é. Ao Presidente compete marcar os quoruns.
Não sei como ficou o resultado a não ser os 4x0 do Brasil à Turquia.
Mas sabemos que vamos (vai o Presidente...) contactar com todos os Bandalhos para o Almoço de Natal se fazer juntamente com os Melros, no dia 13 de Dezembro.
Prontos, estava feita a coisa. A tal Acta -ou será Ata ?.
domingo, 26 de outubro de 2014
P.150 - O nosso Capitão Oliveira
Rapaziada, vocês devem-se lembrar bem dele. Isto é, os que lá estivemos desde o dia de S. João até 12 de Setembro de 1967.
Hoje é o Senhor General Comando Júlio Faria Ribeiro de Oliveira.
Não encontrei a sua biografia e só sei que foi cmdt de uma companhia de comandos em Moçambique. Todas essas fotos são de um blogue de comandos.
Hoje é o Senhor General Comando Júlio Faria Ribeiro de Oliveira.
Não encontrei a sua biografia e só sei que foi cmdt de uma companhia de comandos em Moçambique. Todas essas fotos são de um blogue de comandos.
O General Kaulza de Arriaga (o Meirim como era conhecido), o Capitão Jaime Neves e o Capitão Oliveira. Tudo fotos de Moçambique
Hoje em dia, o nosso ex-capitão Oliveira
Como todos devemos saber, foi Cmdt dos Comandos da Amadora.
Hoje também apresenta livros.
terça-feira, 21 de outubro de 2014
P.149 - À Procura de... (4)
À Procura de...
Foram três post's publicados na expectativa de que alguém dos "nossos" nos encontrasse. De vez em quando lá dá os seus frutos, como foi o caso de agora.
O Mateus Sousa num belo dia, quando não tinha mais nada que fazer, meteu mãos à obra e virtualmente descobriu-nos. Não é um dos... "...das Caldas à Guiné", porque foi mais longe... só parou em Angola. Mas como andou a bater os costados connosco nas Caldas e em Vendas Novas, o maralhal desculpa-o.
Se querem saber mais, vão ao post P.29 de 13 de Fevereiro de 2010, que ele lá, fartou-se de escrever nos comentários, (ao contrário de outros que cá andam e não dizem nada... feitios) diz quem é e...
ao que veio.
Entretanto mandou as tais fotos impossíveis de ver lá mencionadas,
via e.mail.
Estas duas fotos são a bordo do navio Pátria, no regresso de fim da comissão em Angola em Março de 1970.
Diz que além dele, Mateus Sousa, estão lá o José Ramalhete e o Fernando Pontes, alguém os reconhece?
No link em baixo está uma lista do CSM da EPA 2º Turno de 67, que também mandou.
Podem ver se constam dela ou não, clicando em cima,
se não constam, preparem-se que vão ser chamados... a pagar 20!
https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=145a193298&view=att&th=1492f6b4c8112b3b&attid=0.2&disp=inline&realattid=f_hzn8pipw1&safe=1&zw
Já agora, esperamos também uma foto actual, para ser reconhecido na ida ao Café Progresso e para ver se o que ele diz de nós também se lhe aplica, é que não basta dizê-lo, também é preciso... não parecê-lo.
Um abraço e até lá, na próxima e o próximo é no dia 12 de Novembro depois das 15H.
cumprim/jteix
Foram três post's publicados na expectativa de que alguém dos "nossos" nos encontrasse. De vez em quando lá dá os seus frutos, como foi o caso de agora.
O Mateus Sousa num belo dia, quando não tinha mais nada que fazer, meteu mãos à obra e virtualmente descobriu-nos. Não é um dos... "...das Caldas à Guiné", porque foi mais longe... só parou em Angola. Mas como andou a bater os costados connosco nas Caldas e em Vendas Novas, o maralhal desculpa-o.
Se querem saber mais, vão ao post P.29 de 13 de Fevereiro de 2010, que ele lá, fartou-se de escrever nos comentários, (ao contrário de outros que cá andam e não dizem nada... feitios) diz quem é e...
ao que veio.
Entretanto mandou as tais fotos impossíveis de ver lá mencionadas,
via e.mail.
Fim do curso CSM na EPA 2º Turno de 1967, imposição das divisas.
Estas duas fotos são a bordo do navio Pátria, no regresso de fim da comissão em Angola em Março de 1970.
Diz que além dele, Mateus Sousa, estão lá o José Ramalhete e o Fernando Pontes, alguém os reconhece?
No link em baixo está uma lista do CSM da EPA 2º Turno de 67, que também mandou.
Podem ver se constam dela ou não, clicando em cima,
se não constam, preparem-se que vão ser chamados... a pagar 20!
https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=145a193298&view=att&th=1492f6b4c8112b3b&attid=0.2&disp=inline&realattid=f_hzn8pipw1&safe=1&zw
Já agora, esperamos também uma foto actual, para ser reconhecido na ida ao Café Progresso e para ver se o que ele diz de nós também se lhe aplica, é que não basta dizê-lo, também é preciso... não parecê-lo.
Um abraço e até lá, na próxima e o próximo é no dia 12 de Novembro depois das 15H.
cumprim/jteix
sexta-feira, 10 de outubro de 2014
P.148 - Assembleia Geral sem o General Secretário
Pois é!...
Para que não digam que isto é uma rebaldaria e têm razão, pois isto não é uma rebaldaria, é uma Bandalheira, aqui vai a acta, apesar do Secretário General, repórter fotográfico e redactor chefe estar ausente. Como se prova com as imagens, ninguém sentiu a falta dele, mas uma recomendação... não abuses.
Não, não é uma montagem, eu disse que ele esteve ausente. Esta é uma foto da assembleia do mês passado que ele, o Secretário Portojo General, fez o favor de "não" publicar em acta (ou será ata, diria ele).
Para que "isto" fique devidamente documentado no blogue, aqui vai ela. Podem ver como estava toda a gente... "sastisfeita", ao contrário de hoje, (ontem dia 8), como se pode ver na foto seguinte, a do dia, com toda a gente a chorar com a ausência notada (?),
Mas vamos à acta, (ata ou não acta) dos factos que é o que interessa:
Depois do abandono do Guimarães, que saiu mais cedo por não suportar a dita ausência, ficaram estes marmelos, digo Bandalhos a saber: Peixoto, Silva, Je moi meme jteix e Quintino, tudo gente de boa cepa, poucos mas bons e vejam como eles estão tristinhos.
A assembleia foi de tal maneira "violenta", que se não fosse uma certa pessoa a manter o respeito, ainda agora lá estavam a discutir, mas adiante.
Vejam a qualidade destas fotos, até o lugar vazio o fotografo apanhou.
- Vamos embora!... Aonde vamos, aonde não vamos, alguém teve a infeliz (já explico a infeliz) ideia de lembrar o festival da francesinha.
Botas a caminho, aí vão eles...
Em lá chegados, foi tal a complicação na entrada que até tinha que se pagar a dita. 3 aérios.
Meia volta e ainda não é desta que se come a "francesa piquinininha"!
- Não, não!... Se queres comer a "francesa", vamos ali aonde elas começaram, alvitrou o Secretário Técnico Peixoto, que para isso é que o Bando está bem aviado de pessoal.
Afinal não foi o Secretário Técnico, soube-se mais tarde, mas, o Subsecretário do Secretário Técnico, o Silva, mas para o caso não interessa nada, teria dito o Secretário General se lá tivesse estado.
E lá fomos nós a caminho da tal "infeliz ideia".
Entremos...
Entramos e encomendamos...
Aqui ainda havia uma esperança...
O pior foi depois...
Desilusão... sensaborona.
Se querem comer francesinhas, já sabem aonde não vão.
E prontos... acabou a Bandalheira por hoje. Foi o que se pode arranjar sem o repórter oficial e Secretário General Portojo.
Desculpem qualquer coisinha para a próxima será pior.
Um abraço
cumprim/jteix
Para que não digam que isto é uma rebaldaria e têm razão, pois isto não é uma rebaldaria, é uma Bandalheira, aqui vai a acta, apesar do Secretário General, repórter fotográfico e redactor chefe estar ausente. Como se prova com as imagens, ninguém sentiu a falta dele, mas uma recomendação... não abuses.
Não, não é uma montagem, eu disse que ele esteve ausente. Esta é uma foto da assembleia do mês passado que ele, o Secretário Portojo General, fez o favor de "não" publicar em acta (ou será ata, diria ele).
Para que "isto" fique devidamente documentado no blogue, aqui vai ela. Podem ver como estava toda a gente... "sastisfeita", ao contrário de hoje, (ontem dia 8), como se pode ver na foto seguinte, a do dia, com toda a gente a chorar com a ausência notada (?),
Mas vamos à acta, (ata ou não acta) dos factos que é o que interessa:
Depois do abandono do Guimarães, que saiu mais cedo por não suportar a dita ausência, ficaram estes marmelos, digo Bandalhos a saber: Peixoto, Silva, Je moi meme jteix e Quintino, tudo gente de boa cepa, poucos mas bons e vejam como eles estão tristinhos.
A assembleia foi de tal maneira "violenta", que se não fosse uma certa pessoa a manter o respeito, ainda agora lá estavam a discutir, mas adiante.
Vejam a qualidade destas fotos, até o lugar vazio o fotografo apanhou.
- Vamos embora!... Aonde vamos, aonde não vamos, alguém teve a infeliz (já explico a infeliz) ideia de lembrar o festival da francesinha.
Botas a caminho, aí vão eles...
Em lá chegados, foi tal a complicação na entrada que até tinha que se pagar a dita. 3 aérios.
Meia volta e ainda não é desta que se come a "francesa piquinininha"!
- Não, não!... Se queres comer a "francesa", vamos ali aonde elas começaram, alvitrou o Secretário Técnico Peixoto, que para isso é que o Bando está bem aviado de pessoal.
Afinal não foi o Secretário Técnico, soube-se mais tarde, mas, o Subsecretário do Secretário Técnico, o Silva, mas para o caso não interessa nada, teria dito o Secretário General se lá tivesse estado.
E lá fomos nós a caminho da tal "infeliz ideia".
Entramos e encomendamos...
Aqui ainda havia uma esperança...
O pior foi depois...
Desilusão... sensaborona.
Se querem comer francesinhas, já sabem aonde não vão.
E prontos... acabou a Bandalheira por hoje. Foi o que se pode arranjar sem o repórter oficial e Secretário General Portojo.
Desculpem qualquer coisinha para a próxima será pior.
Um abraço
cumprim/jteix
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
P.147 - Jornada de pacificação
Braga era desde tempos remotos referida pelo Bando com terra a desbravar. Mais concretamente o City Rio.
Na última A.G.- e devidamente registado em acta no livro de atas, aprovaram os presentes o desbravamento. Consultado o horóscopo na agenda-livro-telefone-máquina fotográfica e outras do Quim Silva, ficamos a saber que o dia ideal seria o 19, terça-feira.
Chateados porque o temporal que a dita coisa informava acontecer para 20, hoje, alterou os nossos gráficos e registos. Por isso, aqui o secretário-general está a registar em ata a pacificação debaixo de um tremendo sol de verão. Com uma tempestade de calor de 25 graus.
O dia Quarta-feira é o da sorte para o Bando. Assim o determinou o Presidente Jotex - olá Zé Ferreira, tiveste médico ? - há manga de chuvas.
Conforme se provou, terça-feira é dia de mau agoiro.
De qualquer forma chegamos a Campanhã, debaixo de uma neblina matinal à moda do Porto.
Os azares começavam, não fora o nosso querido Presidente lembrar-se que tínhamos de registar os bilhetes do comboio, já ele se avistava a entrar no Cais 1. Um salvador. A multa era (ou é) 100 vezes o preço do bilhete!!!!!!
A viagem correu sem incidentes de maior, ou quási, quase. O local da pacificação fica em Ferreiros-Braga, estação em que saímos do expresso. Esperamos o Súcio para ir cumprimentar o barbeiro da terra, o nosso ex-camarada Abílio Silva.
Montar segurança, olhar as trincheiras e vamos reunir.
Para começar a definição da estratégia operacional. Uma prova de tinto verde caseiro da Póvoa do Lanhoso, ligeiramente fresco, uma delícia.
Prossegue-se com bolinhos de bacalhau, quentes a escaldar e uma salada mista. Boas azeitonas e broa, pão de milho tradicional.
Duas espécies de bacalhau. Quer dizer, a espécie é a mesma, a confecção é que difere. Uma é na Brasa com batata meio cozida-meio assada, migas de broa e couve desfiada cozida. E cebola crua, cortada em rodelas fininhas. E bom azeite.
Outra é a tradicional receita do Bacalhau à Narcisa, criado numa Tasca de Braga por uma senhora de nome Eusébia que passou a receita a uma nora, creio que era nora, de nome Narcisa. Não sabemos se o restaurante-tasca ainda existe, pois os nossos camaradas da Asae fecharam-no há dois ou três anos para que se fizessem obras. Este aparte para informar a história do prato, o qual refizeram com o nome de Bacalhau à Braga.
Tradicionalmente, era frito em azeite, com a caçarola totalmente coberta. Mais um ou outro segredo da Eusébia ou da Narcisa, para o caso tanto faz. Acompanha com batata frita em rodelas finas, muita cebola alourada, o resto são complementos para enfeitar.
A título de curiosidade, informa-se que quem atacar estes pratos no City Rio deve ter cuidado com a forma como o faz. No mínimo são precisos apenas três atacantes por dose.
Aqui está registada para a história os presentes. A saquinha (ou será saquinho ?) amarela (o) ao lado do Presidente contém o que sobrou dos bacalhaus. Para o lanche.
Terminada a reunião, fomos deambular para outros sectores.
Uma gentil fotógrafa, que afinal não era francesa, dispôs-se a registar-nos para a posteridade.
E abelhas nos copos das loirinhas já vem sendo habitual. Agora calhou ao Presidente a companhia
Mais água para o Bando, salvo seja.
Outro salto agora até ao Bom Jesus, onde multidões se atropelam.
Melhor mesmo é fazer uma retirada estratégica. O Súcio deixou-nos na Avenida com nome de Bispo ou Papa, já nem nos lembramos e ficamos à espera de um TUB até à Estação.
Na última A.G.- e devidamente registado em acta no livro de atas, aprovaram os presentes o desbravamento. Consultado o horóscopo na agenda-livro-telefone-máquina fotográfica e outras do Quim Silva, ficamos a saber que o dia ideal seria o 19, terça-feira.
Chateados porque o temporal que a dita coisa informava acontecer para 20, hoje, alterou os nossos gráficos e registos. Por isso, aqui o secretário-general está a registar em ata a pacificação debaixo de um tremendo sol de verão. Com uma tempestade de calor de 25 graus.
O dia Quarta-feira é o da sorte para o Bando. Assim o determinou o Presidente Jotex - olá Zé Ferreira, tiveste médico ? - há manga de chuvas.
Conforme se provou, terça-feira é dia de mau agoiro.
De qualquer forma chegamos a Campanhã, debaixo de uma neblina matinal à moda do Porto.
Os azares começavam, não fora o nosso querido Presidente lembrar-se que tínhamos de registar os bilhetes do comboio, já ele se avistava a entrar no Cais 1. Um salvador. A multa era (ou é) 100 vezes o preço do bilhete!!!!!!
A viagem correu sem incidentes de maior, ou quási, quase. O local da pacificação fica em Ferreiros-Braga, estação em que saímos do expresso. Esperamos o Súcio para ir cumprimentar o barbeiro da terra, o nosso ex-camarada Abílio Silva.
Montar segurança, olhar as trincheiras e vamos reunir.
Para começar a definição da estratégia operacional. Uma prova de tinto verde caseiro da Póvoa do Lanhoso, ligeiramente fresco, uma delícia.
Prossegue-se com bolinhos de bacalhau, quentes a escaldar e uma salada mista. Boas azeitonas e broa, pão de milho tradicional.
Duas espécies de bacalhau. Quer dizer, a espécie é a mesma, a confecção é que difere. Uma é na Brasa com batata meio cozida-meio assada, migas de broa e couve desfiada cozida. E cebola crua, cortada em rodelas fininhas. E bom azeite.
Outra é a tradicional receita do Bacalhau à Narcisa, criado numa Tasca de Braga por uma senhora de nome Eusébia que passou a receita a uma nora, creio que era nora, de nome Narcisa. Não sabemos se o restaurante-tasca ainda existe, pois os nossos camaradas da Asae fecharam-no há dois ou três anos para que se fizessem obras. Este aparte para informar a história do prato, o qual refizeram com o nome de Bacalhau à Braga.
Tradicionalmente, era frito em azeite, com a caçarola totalmente coberta. Mais um ou outro segredo da Eusébia ou da Narcisa, para o caso tanto faz. Acompanha com batata frita em rodelas finas, muita cebola alourada, o resto são complementos para enfeitar.
A título de curiosidade, informa-se que quem atacar estes pratos no City Rio deve ter cuidado com a forma como o faz. No mínimo são precisos apenas três atacantes por dose.
Aqui está registada para a história os presentes. A saquinha (ou será saquinho ?) amarela (o) ao lado do Presidente contém o que sobrou dos bacalhaus. Para o lanche.
Terminada a reunião, fomos deambular para outros sectores.
O Presidente abusou da sorte e não ligou para a segurança.
Quási, quase, acertava num fosso camuflado.
Um saltinho até ao SameiroUma gentil fotógrafa, que afinal não era francesa, dispôs-se a registar-nos para a posteridade.
Água também não falta nesta terra
Nem uma extensão telefónicaE abelhas nos copos das loirinhas já vem sendo habitual. Agora calhou ao Presidente a companhia
Mais água para o Bando, salvo seja.
Outro salto agora até ao Bom Jesus, onde multidões se atropelam.
Melhor mesmo é fazer uma retirada estratégica. O Súcio deixou-nos na Avenida com nome de Bispo ou Papa, já nem nos lembramos e ficamos à espera de um TUB até à Estação.
Não sem antes termos apanhado um susto. Mas já lá vamos.
Fizemos paragem a um TUB mas valeu-nos o condutor que disse ser melhor esperar pelo 2, pois o seu veículo ia fazer uma volta longa até lá chegar. Vem já aí o 2 que vou deixa na estação mais rapidamente, as suas palavras.
Ora o vem já aí demorou mais meia-hora. Tudo somado, quási 3 quartos de hora à espera de um transporte até à Estação. Coisa de 2 km. Quando o comboio partiu já o Súcio tinha chegado a Vila Real.
Quem vem a Braga está bem servido, não há dúvida.
Mas o tal susto: o condutor que nos pediu para esperar pelo que vinha atrás, salvou-nos o lanche, que ficaria esquecido no banco da paragem se tivéssemos seguido.
Coisas que só quem é bandalho passa.
Como se pode provar, foram muitos os azares dessa terça-feira. E só arrancou um mini Bando. Ou por causa de doenças, consultas médicas, viagens de férias inesperadas, etc e tal. não deu para mais.
E ainda bem que não fomos ao Bom Jesus de camioneta como estava previsto. A esta hora ainda deveríamos estar à espera que passasse uma no City.
Podem correr e saltar, mas quarta-feira é que é o dia do Bando atacar. E a logística sem secretário-general não funcemina. E valha-nos o Súcio que de longe se põe perto.
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