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terça-feira, 21 de outubro de 2014

P.149 - À Procura de... (4)

À Procura de...
Foram três post's publicados na expectativa de que alguém dos "nossos" nos encontrasse.  De vez em quando lá dá os seus frutos, como foi o caso de agora.
O Mateus Sousa num belo dia, quando não tinha mais nada que fazer, meteu mãos à obra e virtualmente descobriu-nos. Não é um dos... "...das Caldas à Guiné", porque foi mais longe... só parou em Angola. Mas como andou a bater os costados connosco nas Caldas e em Vendas Novas, o maralhal desculpa-o.
Se querem saber mais, vão ao post P.29 de 13 de Fevereiro de 2010, que ele lá, fartou-se de escrever nos comentários, (ao contrário de outros que cá andam e não dizem nada... feitios)   diz quem é e...
ao que veio.
Entretanto mandou as tais fotos impossíveis de ver lá mencionadas,
via e.mail.

Fim do curso CSM na EPA 2º Turno de 1967, imposição das divisas.









Estas duas fotos são a bordo do navio Pátria, no regresso de fim da comissão em Angola em Março de 1970.
Diz que além dele, Mateus Sousa, estão lá o José Ramalhete e o Fernando Pontes, alguém os reconhece?




No link em baixo está uma lista do CSM da EPA 2º Turno de 67, que também mandou.
Podem ver se constam dela ou não, clicando em cima,
se não constam, preparem-se que vão ser chamados... a pagar 20!




https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=145a193298&view=att&th=1492f6b4c8112b3b&attid=0.2&disp=inline&realattid=f_hzn8pipw1&safe=1&zw

Já agora, esperamos também uma foto actual, para ser reconhecido na ida ao Café Progresso e para ver se o que ele diz de nós também se lhe aplica, é que não basta dizê-lo, também é preciso... não parecê-lo.
Um abraço e até lá, na próxima e o próximo é no dia 12 de Novembro depois das 15H.
cumprim/jteix

sábado, 13 de fevereiro de 2010

P.29 - Á Procura de... (2)



Tem este blogue por objectivo, entre outros e como já se disse (P.11),
encontrar ex-camaradas que tenham algo em comum.
O máximo factor comum é a GUINÉ, o mínimo a TROPA.

Continuação do referido Post 11:
Estávamos nas vésperas do S. João, Junho de 1967, e quem é
do Porto sabe o que isso significa, espera-se uma noite de folia
bem passada com alho porro e cidreira e muitas "catraias"
á nossa espera.
Pois a nossa sorte foi andar em bolandas das Caldas para Vendas
Novas. A recruta acabou, vinha aí a especialidade, que se lixe a noite,
até íamos para ARTILHARIA!!! Nada de atirador de infantaria, santa
ignorância, esperava-nos a famosa G3, a "penates de botas" a ARTILHAR.

Chegamos de comboio a Sta Apolónia.
A única coisa boa dessa triste noite de que me lembro, foi no trajecto
até ao barco que nos levava ao Barreiro, a luxúriosa visão dum
casalinho todo enroscado no escurinho. A moça com um vestido
branco justo e curtinho, era perfeita, bem torneada.
Os nossos olhos fulminaram-na porque se via a sombra das calcinhas e o soutien, só!...
Não se esqueçam que estávamos em Portugal e em 1967.
O Alferes como era habitual nestas circunstâncias:
- Atenção: olhaaar esquerda!!! claro que era o lado errado.

Novamente de comboio chegamos já noite alta á EPA em Vendas
Novas. No dia seguinte, já tudo era diferente das Caldas, até os
toques, o trato, o rigor e a disciplina, tudo, até parecia outra tropa.
Em Setembro a especialidade com mais ou menos sobressaltos, mas
muito rigorosa, disciplinada e penosa, até no clima, estávamos em
pleno verão alentejano, acabou.
Gozamos uns dias de férias e em 25 do mesmo mês apresentamo-nos
em Espinho no GACA 3 já uns senhores, éramos Cabos Milicianos.

Esta foto é o meu pelotão na EPA comandado pelo Aspirante Miranda, coadjuvado pelo Cabo Miliciano Diogo, no fim de curso. Nos Instruendos reconheço: Figueiredo, Antunes, Faria, Alentejano (?), Fiuza, Janeca (?), Vale, Fernando Almeida, Abrantes, Carvalheira, António Almeida, Vilar (Goa? falecido), Torres e Peixoto. Os outros não me recordo dos nomes mas, lembro-me perfeitamente deles.
Eu, logicamente também lá estou metido, á direita do Aspirante.

Se alguém está no meio desta "cambada", (ou não) e quer dar um ar da sua graça, é só APARECER no
CAFÉ PROGRESSO na SEGUNDA QUARTA-FEIRA DE CADA MÊS.

APAREÇAM seus mancebos (agora promovidos) d'um raio.
Esperamos por vós.

continua...

domingo, 24 de janeiro de 2010

P.23 - Das Caldas à Guiné - Recordações do passado

Com a ajuda do Manel Carmelita que digitalizou as fotos, aqui ficam recordações de malta dos nossos cursos. Para vocês, Bandalhos e visitantes, descobrirem quem é quem. Caldas da Rainha. Como o "rancho" era tão mau, como se devem lembrar, a rapaziada levava de casa, no regresso do fim de semana, petiscos que a família preparava e que normalmente chegavam até quarta/quinta-feira. O pão (que era muito bom) era aproveitado do pequeno almoço. Ninguém comia o meio casqueiro e portanto durava até à noite. Por vezes o pão faltava, então tirávamos à sorte quem deveria ir ao jantar só para trazer o pão para todos. Os sargentos das companhias e vague-mestres é que devem ter enriquecido à ganância. Poucos de nós jantaríamos. As dispensas eram aceites durante a formatura da tarde e logo sabiam que quantidade de refeições eram precisas. Mas de certeza que não entravam as dispensas na unidade. Só no "rancho". Logo, era tudo a dividir, pois então.
Dos grupinhos que se juntavam e partilhavam os petiscos vindos de casa, aqui está um. Quem se lembra deles ?
No Niassa mareando até à Guiné, estou na companhia do Albino Neiva de Oliveira. Não me lembro dele nas Caldas, mas foi do nosso curso em Vendas Novas. Ficou por Lisboa ou arredores e encontramo-nos em Tomar para o IAO quando formamos o pelotão de canhões.

Com o Mendes da Artilharia dos Pesados pummmmm. Foi de Santarém para Vendas Novas, depois creio que para a Serra, mas não afirmo. Encontramo-nos em Catió em Outubro/Novembro de 1968, vindo ele de Meje, Guilieje, Gandambel ou Gadamael, etc. Trazia um tirocínio de 5 meses invejável passados a sul. Estivemos juntos até Março de 69. Nessa altura vim de férias e ele partiu para "comandar" a BAC. Encontramo-nos em Bissau algumas vezes e contava-me estórias lindas, algumas com o Spínola a bordo dos Helis. Depois só o voltei a ver nos idos de 1975. Até hoje.
Com o Oliveira e o Pina, também ele do nosso tempo em Vendas Novas, mas de campanha, tal qual o Mendes, que o foi render a Catió. Pina era sobrenome, mas que daria bem como apelido pois era um "rufião" do Alto de Pina. Perdi-lhe o rasto. A foto foi feita na casa do Administrador de Posto ou lá como se chamava.
Por agora é tudo. Amandem-lhes que o tempo está de feição