sexta-feira, 11 de julho de 2014

P.142 - O ataque ao Maquis de Crestuma

9 de Julho, embora dia do Bando, dispensaram-se as actas - ou atas - porque cheirava a tragédia.
Desde Vila Real às Bombas do Modelo e ao Metro do Dragão, tudo correu conforme os combinados.
Até ao ponto de encontro no Maquis de Crestuma e ao Clube Náutico chegamos sãos e salvos.
E na hora combinada. Conforme previsto, o Mano Velho Carvalho foi explorar o caminho uma hora antes da chegada prevista. O reforço Penafidelense Cancela, que reforçava a outra posição a Norte, cumpriu a missão.
Empurrados pelo secretário general fomos apresentar os papeis ao Bar do Clube.
Saímos identificados, como é das NOL's - Normas das Ordens das Loirinhas. Como se constatou era preciso levantar a moral dos maquisardes crestumenses. Estávamos ali para os ajudar.
Mas estava previsto, chegaram os últimos reforços no blindado do Bioxene, devidamente documentados e comentados. Propostos para um louvor pelos altos serviços prestados.
O maquis de Crestuma parece que elevou a alma. E dá gosto ver os futuros combatentes do Clube Náutico.
As suas armas estão bem limpas e sempre prontas a usar.
O grupo de combate de Vila Real, Adelino e Súcio, asseguram a segurança e prontos. Tudo em ordem.
Bandalhos e Maquisardes trocam impressões generais.
O maquisarde Vasquinho das Águas, mobilizado no dia da programação, reforçou e muito bem as hostes.
Era o momento de definir planos. E jurar debaixo das Bandeiras de Crestuma e Nacional, que tudo faríamos para elevar bem alto o Nome do Bando e do Maquis de Crestuma.
Sem dúvidas que as relações guerreiras foram religiosamente aproveitadas.
Na mesita além da copa que era um segredo dos maquisardes, iscas de bacalhau, bola de carne, azeitonas e um espumante rosé bruto de estalo. Estalo de língua, não de chapadona.
De Vila Real com amor, para o maquisarde-bandalho Zé Ferreira Catió.
Uma pequena pausa para devastar aquelas coisitas que estavam junto à Copa. Há - ou será Á, para o caso não interessa nada - que equipar a preceito, mesmo que as barriguinhas destoem no balneário canarinho.
É que o Maquis tinha organizado uma peladinha masculina entre Verdinhos e Canarinhos. Estes desistiram rápidamente, pois perceberam que os Verdinhos tinham contratado um novo técnico.
E antes que fossem abalroados, mostraram a bandeira branca e ofereceram a copa.
Aproveitou-se a oportunidade para treinar o Keeper, que logo ao primeiro mergulho aos pés do Bioxene, ficou lesionado. Entrou o massagista-médico-enfermeiro Manuel Cibrão com umas bombas de Isostar para molhar a cabeça do Keeper. Para melhor compreensão dos Maquis exteriores, também se pode dizer goleiro.
Zanga danada entre o Keeper e o Massagista-médico-enfermeiro. Então para que servem as loirinhas ? Não é para curar lesões ? Pois tá claro e mai'nada.
Tocaram a sineta, veio tudo a correr a pensar que era a hora do rancho.
Enganaram-nos pois a hora era para começar o campeonato de matraquilhos. Não se sabe quem ganhou. O Secretário general, já com mais uma loirinha a ajudar foi tratar de outros assuntos.
Uns passos pela cozinha só para saber se os bichos tinham chegado bem.
Uma saltada até ao Lago dos Verdinhos-Achigãs para saber se estava a dar "pexinho". Mais tarde soube-se que o Zé Ferreira deu uma abada de 7 a 1 ao Peixoto. Até aos 3 deu para assistir.
Também não admira. O lago e o clube de pesca é dele...
Tanta coisa a registar no centro K10 do Maquis de Crestuma, que é um desperdício estar a arbitrar a Pesca.
 Maçãs made in Portugal, para alimentação do Maquis
Paragem das camionetas, com uma beleza floral única no mundo.
Parque de estacionamento devidamente controlado à sombrinha.
 Centro de canoagem clandestino.
Nem no Brasil a selecção Portuguesa teve um centro de estágio tão completo. Mas este não tem manicuras nem cabeleireiras.
Queria que estivesses nos meus braços, amor, junto ao roseiral. Sei que pica este roseiral, mas temos tanta relva para nos espolinharmos. É a alma romântica e a barriga a dar horas que fazem o secretário general ter alucinações.
O Presidente Bandalho foi cumprimentar o nosso querido D. Quixote. E dar-lhe alguma comida pois o maquis tem falta dela.
O espigueiro está nas lonas. É urgente fornecer rações de combate a esta gente
Eram duas em ponto e meia quando o rancho abriu. Tardíssimo para quem precisava de reforço alimentar. Muito mais para quem se levantou de madruga (9 da matina) para orientar as ligações.
 Agora é só desordem... nos registos fotográficos.



Achigãs do lago, de escabeche.
O Presidente comandou a ida às bichinhas e disse que estavam muita boas


O responsável do Maquis estava desejoso que se acabasse com a garrafeira. Algumas pomadas parece que estavam fora do prazo. Se é verdade, ninguém deu fé.
Saúde, Zé, e obrigado pela organização. Se o Mano Velho Carvalho não está satisfeito, que organize uma rojoada. Nessa vamos "defendê-lo" com unhas e dentes.
Enche, caracas, que o mal do pessoal é sede. E eles ainda não sabiam o que os esperava....
Flagrantes de uma pequenina homenagem do Bando ao chefe Maquisarde pelos bons serviços prestados.

 O Bioxene e o Presidente cantam à capela a mandar vir o segundo

Aí está ele bem trinchado.
Mas que é isto ?
Uma pequena abelha que também gosta de copos. E veio saber os gostos do secretário general.
Hora das surpresas. Um bolo rei especial, confeccionado pela família do Zé e direccionado à exportação.
Presidente que é Presidente, não come de boca cheia.
Degluta o bolo-rei, acompanhado pelo tradicional café e Vinho do Porto.
Afinal, no Maquis não vivem mal.
Se estou chateado ? pergunta o Zé. Claro que estou.
Isto era para ser uma bandalheira e não um convívio de reis.
Vou propôr a tua exclusão do Bando.
Na casa do compadre, do outro lado do Maquis é que se está bem.
Pareço o CR7 no estágio.
Respeito muito especial às Bandeiras do Maquis e Nacional na 
hora da despedida.
Iniciava-se a operação A Rota dos Moinhos. 
16,30H. - 21,00H. o tempo de duração previsto.
O jogo Holanda x Argentina já tinha começado quando acabou
Já a lua ía alta
O registo fica para outro dia.
Uma nota urgente recebida pelo secretário general: O Neca Quelhas mandou por msn às 20,30 h, a inforção que não podia comparecer. Ainda bem que informaste, Neca. Se não fosse assim, ainda estaríamos hoje à tua espera.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

P.141 - Planeando o ataque ao Maquis de Crestuma

Plano definido e com palavras d'ordem do nosso estimado, bondoso, coreógrafo, matreiro, oligárquico Presidente, quem está está, quem não está estivesse.
Então cá vai ele:
1. 10,45 H. Secretário General moi meme, e os Vila-realenses Súcio e Adelino partem a caminho de S. Bento das Pêras, apanhando nas Bombas do Modelo o Guimarães Cibrão e o Quintino Monteiro.
2. Tomar de assalto às 11H o Metro de Dragão e recolher o Presidente oligárquico, o Secretário Principal J. Peixoto, o Quim Silva e mais quem estiver está.
3. Coluna em movimento auto até ao Clube Náutico de Crestuma. Os Maquisardes locais deverão estar a proteger a rectaguarda.
a). Paragem no Bar para matar a sede.
b). Aguardar a chegada da Coluna de Penafiel e de Medas, comandadas pelo J. Cancela e Mano Velho Carvalho, respectivamente.
d). Aguardar a chegada do reforço F. Bioxene.
e). Testes de mergulho no Douro na especialidade de profundidade com água até aos tornozelos.
4. Partida para o aboletamento do Maquis com almoço presidido pelo D. Quixote. Chama-se a atenção que os cães devem estar bem presos.
5. a) Peladinha (de futebol) para descontrair.
    b) levantamento do acampamento e partida para os Caminhos dos Moínhos.
6. Regresso ao ponto de reunião3.a).
7. Depois seja o que Deus quiser.

Dia D: 9 de Julho 2014.
Nota: Não haverá reunião do Bando no Café Progresso.