sábado, 16 de março de 2013

P.112 - A carroça à frente dos bois

Pois é. Os ditos populares, vulgo Ditados, aplica-se neste caso muito bem. Porque saiu à frente a convocatória para a Operação Tripas no Olho da próxima Quinta-feira, dia 21, no lugar e na vez  da Acta da última Reunião Ordinária do Mês, no dia 14 p.p.
Postas as coisas no seu lugar, vamos à Acta em si. (Ou deveria escrever ATA ?, mas para o caso não interessa nada.).
Enquanto o Presidente JTeix.45 ficava a guardar a Sede e Quartel-General no Progresso e tendo como Guarda-Costas o Moreira, aqui o escrivão J.(Portojo) Teixeira mais o secretário técnico J.Peixoto faziam (ou será fizeram ?) o trabalho de campo.
Fomos reconhecer o terreno da Adega do Olho, e como já haviam batalhões voluntários por causa de anteriores reconhecimentos, marcou-se o lugar tirando os azimutes finais.
Seguiu-se uma caminhada exploratória pela Rua de Trás, não sem antes, nos Loios, termos observado se as trincheiras estavam a ser bem engenhadas.

Chegados aos Clérigos, novas observações do Jardim do Olival. O palpite do secretário técnico J. Peixoto, de que o dito Jardim está fechado por causa do vandalismo é capaz de estar certo. Na realidade é por ali a zona de actuação de uma rapaziada que segundo as notícias jornalísticas deixa muitas marcas da sua passagem animada pelas Noites do Rui Rio.
Depois de uma retemperadora refeição ligeira na Sede, aprontamos as mochilas e lá seguimos a caminho do objectivo do dia: A Churrasqueira das Antas.
Como ainda era cedo, prosseguimos em marcha lenta mas com intenção de, se possível, cumprimentarmos mais uma vez o Presidente da Câmara pela belíssimo caminho que é a actual Avenida dos Aliados. Sem obstáculos, em pedra da china, fàcilmente chegamos à Porta de Entrada, onde esperamos não pelo R.R. mas por um possível pôr-do-sol.
Como o Bando tem cabecinha pensadora, lá do alto começamos a magicar porque razão Vila Nova de Gaia tem feito tanto mal ao Porto.
A conclusão é simples. Com todos os mamarrachos que o Meneses permitiu em Gaia, a maior parte deles escondem as belezas da nossa Cidade. Um exemplo é a casinha do inútil teleférico no morro de lá. Vistas de cá, as nossas extraodinárias torres da Avenida e a Sé perdem-se perante a desorganização urbanística das Torres de Gaia. Ciumeiras.
E vem o Meneses candidatar-se à Câmara do Porto..."Támos feitos".

Mamarracha é também esta foto do mini-pelotão que aguenta estas pedaladas. Mas daqui a uns anos já não vai haver bando que se consumirá com a Peste Grisalha e assim fica a recordação.

Na messe juntou-se-nos o Quintino que só chegou a tempo do Bacalhau. O frango já tinha marchado. Tristes como Brasileiros que têm de levar com um Papa Argentino, mas por razões bem piores. O nosso FêCêPê foi-se. Mas também gozamos pois lembramo-nos do Biochene que não quis estar presente para ver o joguinho refastelado no sofá. Nós ainda podemos mandar umas bocas, mas ele lá em casa teve de estar bem caladinho. Ah, os netos e filhos a quanto obrigam...

Fica também registado em acta que o Quintino vai organizar uma marcha exploratória a Bonjoia, à volta da anterior quinta dos seus antepassados recentes. E que estórias e história tem aquele território.
Então, até Quinta-feira, dia da Grande Operação.
  

quinta-feira, 14 de março de 2013

P.111 - Operação Tripas no Olho


No seguimento do que vem sendo anunciado ad-hok, foi definitivamente marcado para o dia 21 de Março - de hoje a uma semana - os 4 P: prospecção, pesquisa, prova, proveito a realizar na ADEGA DO OLHO, pelas 13 horas.
Para que não hajam dúvidas, apresenta-se a planta com a localização das zonas de concentração para o início do ataque. Espera-se que a operação TRIPAS À MODA DO PORTO, no OLHO, resulte em pleno.

O local está já reservado. Espera-se até domingo a confirmação total dos efectivos masculinos. Isso é imprescindível. Os Comandos que se organizem.

Para dar uma ajuda às Tropas, recomenda-se, na próxima quinta-feira, o seguinte.
Para os Bandalhos Portuenses:
Concentração na zona do Metro-Autocarros no Bolhão às 11h30m.
Descida em Grupo até à Rua do Ateneu onde na Garagem da Rodonorte se apanharão as tropas de Vila Real, comandadas pelo Fernando Súcio. Com ou sem Presunto logo se verá.
Continuação da descida até à Estação de S. Bento, onde se reunirá o Batalhão de Penafiel.
Após os cumprimentos da praxe ao Egas, manter-nos-emos em vigília e oração para que o Bioxene e o Zé Ferreira de Catió cheguem a tempo.Ou a Pé, de Metro ou auto-mobilizados. Bem assim como outras tropas voluntárias que estamos convictos se nos juntarão. Mas todas devem chegar antes das 13 horas.

Precisamos de 10 minutos de reflexão para iniciarmos o ataque ao Posto Avançado da Adega do Olho às 12,45 horas sem falta. Às 13 horas é o ataque final.

Quando soar o toque da retirada, as tropas têm de aguentar apenas uma pequena subida pelo morro da Sé entre Muralhas e Desfiladeiros das Ruas do Souto, Bainharia, Pelames, enfim o que der mais jeito, para concentração e contar as baixas que esperemos não hajam.

Lá no alto do Morro, para além da água benta e da outra, podemos encontrar café, bagaço, cerveja, tinto e branco.

Uma relação de horários para as tropas que dispersarão a seguir, sempre conduzidas pelo Bando:

Vila Real:
Chegadas, 11h30m
Partidas; 16,30 - 17,30 - 18 H/m

Penafiel:
Saída 10,48 - Chegada a S. Bento 11,30.
Partidas de S. Bento: 16,35 - 17 - 17,05 - 17,25 H/M
(Custo da viagem Ida e Volta, terceira idade e desconto: 2€50.)

Para os auto-mobilizados: Parque de Estacionamento dos Loios. Desconhece-se o custo.

Meteorologia para o dia da operação:
Porto, Céu encoberto, por vezes sol, possibilidades de chuva, 71 %, temperatura máxima 16 º, mínima 10º
Penafiel, Céu encoberto, por vezes muito sol, não se prevendo chuva. Temperaturas: 17/9 M/m.
Vila Real, Céu assim,assim, possibilidades de chuva 65%. Temperaturas: 15/5 M/m

Espera o Bando o vosso contacto.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

P.110 - Reencontrando o Barbeitos

Uma coisa é o que combinámos ontem, outra é aquilo que o dia nos trás. E antes de mais aqui vai um abraço do Bando para o Biochene e desejos de rápidas melhoras para o filho.
Não será esquecido o seu convite e daqui a quinze dias já vai dar para comemorarmos tudo e todos juntos.

Seguindo e porque é dia de Bando, os encontros foram sucedendo aos poucos. Nos entretantos resolveu-se o Caso da Panela e depois foi só dar corda aos cheantes, do Bolhão até a Progresso, até porque estava um dia lindo de sol escondido com raios de fora e um calor aprazível de uns 14 graus.

Pelo caminho nada como apreciar novas salas de amesentações e petisqueiras na Praça, bem simpáticas e de preços razoáveis.
Mas os pormenores ficam para outras ocasiões.
Subindo os Clérigos para comprar Aspirinas e com o destino intermédio marcado para a nova Praça de Lisboa, um olhar para o esplendor do Palácio das Cardosas, como se sabe - mas para quem não saiba - hoje convertido num belo Hotel de 6 stars, com os Congregados à esquerda e no alto de 31 de Janeiro, Santo Ildefonso.
Foto de artista e mai'nada. 
Mas há muita coisa para ver pelo caminho, e a moda é estar na moda como muito bem chamou a atenção o Jorge (Peixoto), para estes sensacionais butes de senhora.
Bela prenda de um enamorado para a namorada, no dia de S. Valentim, pois então.
Delícias para olhar nesta caminhada por Clérigos acima.
Curiosas estas fardas de uns jovens que não devem ser da Geração à Rasca, fotografando jovenzitos, esses quem sabe, ainda nem tenham Geração escolhida.
À meia sombra da Torre dos Clérigos, fotografam-se à vez. Mas a farda é linda.
Eis-nos na nova Praça de Lisboa, local do antiquíssimo e saudoso, segundo os velhos escritos e os ditos da minha Avó, Mercado do Anjo. Demorou a sua "renovação", com o prazo de abertura adiado creio que durante três anos. E a estátua do também saudoso Bispo do Porto, D. António Ferreira Gomes lá voltou a mudar de local. Mas foi coisa de metros, poucos.
Será ainda saudoso, ou talvez não, este local para muitos Bandalhos e não só. Durante uma geração de quási 15 anos, foi o local de partida e chegada de muitos de nós, na altura e principalmente em andanças de aboletamentos. 
Uma entrada no edifício da Reitoria da Universidade para verificar se o Museu de Mineralogia já estaria aberto. Negativo. Devem estar a limpar com minúcias as peças, pedras preciosas e outras, ou então a preparar novo aspecto museológico.
O certo é que a coisa está demorada e ainda não foi possível ver se existe lá uma Alexandrita. Quero cumprir uma promessa, mas ainda não foi desta vez. Paciência, DHI.
Mas os Leões continuam lindos e sem pinturas escaganifobéticas com que de vez enquando energúmenos nos resolvem brindar.  
Em ritmo de passeio, encontramos uma nova loja gourmet onde fotografar interiormente não é possível. O Bacalhau pendurado, visto cá de fora, é uma peça linda de decoração.
Muitas coisas ficaram registadas mas eram horas de chegar ao velho Progresso.
E a surpresa foi encontrar o Barbeitos, camarada que pessoalmente já não via desde 11 de Setembro de 1967. Na Guiné foi companheiro de andanças e "partiu" bolanhas com o Jorge (Teixeira, Presidente) e o Moreira. Velhas histórias, recordações de passados. Quási duas horas de converseta da boa. Veio de Lisboa para se encontrar lá no norte, em Monção, com outros camaradas. Entretanto passou pela Tabanca de Matosinhos.
O Vasquinho das Águas também compareceu para partilhar emoções. É disto que o meu Bando gosta.
Era - foi - o momento das despedidas, cada Bandalho para seu lado e os 3 Jorges meteram-se no sentido do refeitório das Antas, pois a hora do grande jogo aproximava-se.
Pelo caminho, feito a pedantes, umas recordações da Cidade entre o final do dia e princípio da noite.
Em Sampaio Bruno, que já foi o início de Sá da Bandeira, uma piadinha do Presidente sobre o boneco do Embaixador e um olhar saudoso para o RECO onde antigamente uns salgadinhos eram aperitivo de final de dia, bem acompanhados por um Acácio Rosé. 
Reflexos interessantes no mamarracho envidraçado, entre velhos prédios de granito, do Hotel Teatro. É o edifício da Brasileira reproduzido.
Enquanto a luz do semáforo não muda, uma foto-suicida do meio da Avenida Fernão de Magalhães.
Entre um queijo simples mas saboroso, molhado em azeite e azeitonas pretas bem inchadas, com alho e também embebidas no seu produto final, uns galetos saltaram partidos pequeninos com o picante da ordem, bem saborosos - quem sabe, não seriam já saudades deles -, o jogo foi decorrendo emocionante. Entretanto chegou o Quintino só para o Café (os netinhos são uma praga...deliciosa) e surpresa, depois de deixar a rapaziada distribuída, foi-me mostrar o local da antiga Quinta do ou da Mitra, que foi pertença de seus antepassados. 
Entre vias rápidas e caminhos dos quais ja nem me lembrava, outros também nunca conheci, uma foto da ruína da Capela e da Casa, feita cá de longe.
Uma passagem rápida por Bonjoia e fiquei a conhecer a velha fonte, talvez umas alminhas, mas é tudo tão escuro que só de dia se conseguirá fotografar alguma coisa. Um viaduto passa mesmo por cima, mas parece que a fonte está adoçada a um velho muro de pedra, mais ou menos recuperado. Pormenor a investigar.
Por isso, ficou pensada uma proposta dirigida ao Bando para ir conhecer Bonjoia, já ali, em Campanhã.

Adeus, até ao meu regresso.



quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

P.109 - E assim começou o Ano 2013

Está este Bando mais que dizimado com a Invernia. Mas sempre alguns escapam ao temporal. O Mendes entre conversas telefónicas, encontros prematuros e fisioterapia, manda um abraço para os sobreviventes.
Era dia de futebol, pensava-se que de menor importância para ser visto ao vivo ou na TV. E é verdade que não teve mesmo interesse. Mas adiante.
Entre os muitos afazeres, uma visita à Universidade tentando encontrar a Alexandrita no Museu de Mineralogia. Azar, o Museu está fechado bem como o de História Natural. Deve ser para limpezas.
Mas há outras exposições, entre elas uma sobre o arquitecto Marques de Oliveira.
Exposição em três salas, aguarelas do próprio bem como pinturas a óleo e ainda outra com o que presumimos serem quadros com pinturas da sua colecção, produzidas por amigos. E desconhecidos.
Logo por infelicidade, quando olhamos e fotografamos uma maqueta que terá sido a origem de uma cartaz anunciando as Festas de S. Torcato de Guimarães, (defeito de gráfico profissional reparar nestas coisas) aparece na forma duma simpática menina a proibição de fotografar dentro do espaço.
A não ser que a Doutora Paula autorize, pois bem, onde está a Doutora Paula, não sei, sem problemas, aqui vai a pequena mas singela homenagem do Bando ao Arquitecto que fez dos mais belos edifícios da Cidade do Porto.

Estava dia de morrinha mas os Leões da Fonte e as Igrejas da Terceira do Carmo e dos Carmelitas podem ser vistos com outros olhos.
Diferente pode também ser vista a Velha Senhora Torre dos Clérigos. Agora com o Jardim das Oliveiras aos pés, fechado provàvelmente para não pisarmos os rebentos.
Por baixo, a nova galeria. Demorou uns tantos anos a abrir, o prazo foi ultrapassado pelo menos em dois, mas lá está a beleza da coisa.

Ora com um estacionamento subterrâneo ali a 20 metros, nada como já usar este espaço para deixar os pópós não ligando para o dito cujo. Sempre é menos um custo. E foram pelo menos 2 horas e trinta que os pópós aqui estiveram. Não leva ao engano se se disser que pertencem aos donos dos estabelecimentos agora aqui existentes. O Bando pede desculpa se assim não for.
Há anos que o Bando faz sala no Café Progresso, mas só agora se reparou no relógio tridimensional lá existente.

As fotos tradicionais do Grupo e das comidinhas foram esquecidas. Mas não deixam de ser registadas as ocorrências.

Primeiro, o desejo por uma carne assada à Moda Tradicional levou os Bandalhos a fazer um inquérito rápido e telefónico a que o Abreu aderiu de imediato.
O Abreu é o nosso restaurante sempre pronto a satisfazer os desejos de requinte. Seja de um Pica no Chão, de uns Bifes com Alho ou outras miudezas.

Concentração marcada para as 20 horas TMG, o jogo de futebol já lá ía, e estavam à nossa espera uns quentinhos e deliciosos bolinhos de bacalhau au moment bem como umas tripas enfarinhadas para abrir o apetite a um Lombo de Porco au vin rouge de cebolada com batatas no forno, do e das quais escrever sobre ele e elas  não adianta nada.
Acompanhamento de legumes salteados para os diabéticos depressivos e colesteraicos empedernidos.
Ao lado, os ossos do cabeço para quem não gosta do lombo fatiado. Nem todos provamos a delícia mas só porque a falta de dentes é notória neste velhos bandalhos e não convém abusar.
Queijo e torta de amêndoa - para o Presidente, esse esquisito que nunca mais desampara a loja Bandalha - caféses e bagaços e ponto final.
Por falar nisso e lembrando o querido amigo e camarada Fernando Súcio, esta comidinha foi acompanhada por um 5 estrelas - pelos menos medalhas de conquistas não faltavam no rótulo - Vila Real da Cooperativa, Reserva, Tinto.
E mai' nada.

A conta, uma agradável surpresa que deu para reclamar: 12 euros por tola.

E foi mais ou menos assim o primeiro encontro com jantar do Bando neste ano da desgraça de 2013.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

P.108 - Almoço em vez de Jantar

O Bando esqueceu-se de mandar publicar a sua crónica semanal mas ainda vem a tempo porque Roma e Pavia não se fizeram num dia e o Bando também não
almoço com trinques afinados no Via Lidador e contrariamente ao habitual frango e bacalhau foram entradas de rojões migas de bacalhau presunto salgadinhos mini-mini e já não lembro que mais.

doces e frutas cafés e bagaços. Pronto. Já está a primeira parte.
A segunda remeteu-se para as contas à Moda do Porto e conforme se pode verificar bateram certo. Cafés e Bagaços.
O Bando precaviu-se porque se assim não fosse a esta hora ainda estava na Estação do Lidador.
E nós a vê-lo passar e chateados como Perus bêbados do Natal.
O Bando também é muito didático e altruísta por isso fotografamos as máquinas que servem para receber os aumentos dos bilhetes cuja receita é distribuída pelas dezenas de administradores directores gerais directores de segunda, etc etc.
Mais altruistas do que o Bando são esses administradores directores etc etc. que já devem estar saturados de tanto dinheiro pilim monei carcanhois graveto cheta pois resolveram fechar as duas sim as duas máquinas de sacar os tostes ao pessoal por isso o Bando agradece e recomenda que se use a estação do Lidador do Metro pois a viagem é grátis e quero ver se um juiz tem coragem de condenar se for multado por ter entrado na estação do Lidador da Linha da Póvoa.

Como tudo tem um ponto com nó, estamos a aproveitar a oportunidade para desejar ao camarada Biochene um bom dia e dentro do possível que passe um dia de anos razoável. Um abraço muito especial para ti, Fernando.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

P.107 - Assembleia Extraordinária

Conforme determinam os Estatutos quem tá tá, quem não tá tivesse, o Bando há hora marcada mais uma, saiu do Bolhão, para a sala especialmente reservada do Pedro II.

A Ordem do Trabalho continha um ponto único: Aonde o Almoço do próximo convívio.

Discutido abertamente pela grande maioria Bandalha que quási enchia a Sala e após consultas rápidas por tele conferência a alguns impedidos (Mendes: Estou a Caminho da Escócia, depois do dia 1 fálo; Quintino: Agenda cheia, princípio da semana comunico; Biochene: Não sei se vá não sei se fique. A minha secretária informará; Guerreiro: Aguentai até Abril, agora é época de caça no Canadá;) Confirmadas 9 presenças.

Em Ata (ou será Acta ?) votou-se, registou-se e gravou-se com os seguintes resultados: Contra 0, Abstenções 0, Aprovado por unanimidade. E que se publique a dita ata (ou acta) em todas as formas de comunicação grátis, para chegar a todos os locais da terra e arredores:

1. Almoço no Restaurante Via Lidador
1.a - Data e Hora: 12. Dezembro.2012. às 13 horas, mais hora menos hora.
1.b - Transportes próximos terminais: Aeroporto de Pedras Rubras; Porto de Leixões; Comboio Campanhã/S.Bento; Transporte até à Porta, aconselhável: Metro do Porto (Estação do Bolhão), /Linha da Póvoa - Paragem Lidador,
Saída 12H05M.

Aprovado pelos presentes para publicação
C/C: Tropa, Tabancas, Amigos, Jagunços

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

P.106 - O Bando e a Greve... General


Hoje, ontem (!) 14-11-2012, era o dia do Bando e também era dia de greve geral. O Bando, aBandalhou-se e à revelia resolveu fazer greve de zelo. 
Em 8 anos de tertúlia/conspiração foi a primeira vez que tal aconteceu, uma vergonha. Nem o exemplo do presidente, o da nossa República, (não confundir), que diz que foi trabalhar, os demoveu de tão odioso acto.
O Peixoto ainda deu um ar de sua graça e marcou o ponto, mas tão depressa o fez como se pirou, alegando que não tinha "canetas" para chegar a casa, não por vontade própria mas por falta de locomoção.
Quanto ao resto: nicles, naine, zero.

Aqui está a prova provada de que o "presidente" esteve presente
 como sempre e... não mente.



O próximo convívio:
Ficou decidido por aclamação e unanimidade e na ausência de quórum, que o próximo em Dezembro, na quarta-feira dia 12, seja o nosso almoço de Natal, quem não estiver de acordo... está tramado!
Um abraço... apesar de tudo.
cumprim/jteix