quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

P.095 - Mudança de Horário

Não sei os porquês, nem a mim me dizem respeito mas apenas e tão só ao Presidente JTeix45/cumpr. da mudança de horário da segunda quarta-feira mensal ordinária. Neste caso, a de Dezembro. Não recebi a ordem de trabalhos, mas prontos, tá bem, mai'nada e siga. Presidente é Presidente e o resto é ralé subdítica.
Sabemos bem que é preciso dar de comer a um Bando sempre esfomeado. As horas não contam, mas já começa a cheirar a esturro quando se cortam uns certos "favores" no Abreu, na Churrasqueira ou no Pedro, já não falando no Turco ou no Choupal. Para evitar as más línguas, o cozido nas Devezas tem ficado de lado, porque o exemplo tem de vir de cima. Mas porquê agora o Lidador ? Só porque é residente habitual um Bandalho ? Tem comissão...tá-se mesmo a ver.
Deixemo-nos de má língua e ataquemos os efeitos, que começa no Bolhão.
Em horas que não são muito próprias para o comum dos Bandalhos, há que apanhar o metro da Póvoa ao meio dia.  
Felizes os que ficaram do outro lado, pois não apanharam com a conversa chata de homens de leis.
'Da-se, que são difíceis... 
As boas-vindas no Lidador. Repare-se como os Bandalhos importantes usam as suas pastinhas, seja em que circunstâncias forem. Os outros usam a prevenção que a meteo recomenda.
A mesa acepipal estava com os frios já prontos. Mas ninguém se lembrou que era só há uma que tocava para o rancho. E que o Bioxene ainda não tinha chegado. Mas como ele próprio disse o ano passado, quem está está, quem não está estivesse. Às vezes tomamos do nosso próprio remédio...
Mas é assim a vida...
Fim de repasto etc. e tal. Deve-se referir que estava muita terceira idade no salão. E na mesa ao lado,  os olhares perdiam-se nela.
A pedido, foi gravado o vídeo, para que pelo menos ficasse uma bela recordação. Desconfio que anda aí malta a tomar dos azuisinhos... Mas para o caso não interessa nada.
Na sala de conforto, no após.



Momento de suspense. E saia um fado património para a mesa do centro.

Enquanto uns Bandalhos aproveitaram o chaço Merc do Bioxene para irem lavar a louça, outros ficaram mais de meia hora à espera do Metro, o que diga-se de passagem, foi óptimo para mais umas conversetas.
E é assim a vida dos Bandalhos.
Até Quarta-feira, que é dia de Pica-no-chão, pois então. Não se atrazem. Às 7 em ponto no Abreu. Tem queijo da serra, champanhe e essas cenas. Ou não fosse o dia do Bioxene. Mas cada um paga o seu, certo ? Até lá, se tudo correr mais ou menos normal e não se esqueçam de fazer a reserva.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

P.094 - Surpresa para o Portojo, extensiva ao Bando. (continuação de "O Célebre Dia 8 do Portojo" )



Do outro lado do Atrântico a nossa amiga Lú mandou este video como surpresa para o Portojo, que pretende homenageá-lo no seu aniversário, surpresa extensiva ao Bando.
Os nossos agradecimentos.

P.093 - O Célebre Dia 8 do Portojo


Hoje faz anos o maior fotógrafo do mundo. Bom, pode não ser do mundo, mas de Portugal é de certeza. Bem, posso estar a exagerar, mas se calhar é o... segundo.
Não? É só do Porto? Pronto, tá bem é o primeiro ou o segundo do Porto...
Bem, não interessa se é o segundo ou o último, que toda a gente sabe que é um bom fotógrafo, lá isso é, e que passa a vida a roubar "bonecos" ao seu querido e amado Porto, lá isso passa, e que a gente tem orgulho que ele seja o fotógrafo privativo do Bando, lá isso tem.
Tá dito e declarado.
O Bando deseja ao Portojo, Jorge Teixeira, (o Portojo, para quem não sabe, já que toda a gente sabe) parabéns e muitas felicidades.
Mais conhecido que o tremoço, no Porto em tudo o que é museus, palácios, escolas, universidades, livreiros, alfarrabistas, tascos, esquinas, avenidas, ruas, becos e vielas toda a gente o conhece, o Bando deseja-lhe um feliz aniversário e muitas "loirinhas" fresquinhas apesar do frio, para esquecer os 50% nos adquiridos e a vidinha continua. PARABÉNS.
Os Bandalhos "amandam-lhe" um ou + abraços, manga deles.
Um bom dia de aniversário.


segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

P.092 - O Dia da Artilharia: 4 de Dezembro

Embora não artilheiro do PUMMM, como o Kim Mendes e o Pina, mas do mesmo período em Vendas Novas, e que vivemos na mesma unidade na Guiné alguns meses, passados mais de 44 anos, ainda me lembro (afinal estamos sempre a recordar) as terríveis onze semanas de verão alentejano passadas naquele quási campo de concentração, que era a Escola Prática de Artilharia.
Onde nada nos era permitido, mas tudo fazíamos para contrariar a "ordem estabelecida". Histórias inesquecíveis nos ficaram desse período da nossa vida. Quem não se lembra do saudoso Canhão a namorar à porta do "campo" e a Companhia à espera dele na parada. E que dizer do slogan 1 Litro de água aos 50 Km. E do "reabastecimento" que o bom Povo Alentejano nos proporcionava gratuìtamente, durante os intermináveis dias e fins de semana de campo. Dos desenfianços quando a Companhia estava presa ao fins de semana e a solidariedade funcionava, respondendo uns pelos outros nas diversas chamadas. Solidariedade também durante os crosses e marchas, quando as forças de um ou outro começavam a ir-se. O salto ao galho, interpretado pelo Oliveira de Vila Verde, com a colaboração e corrupção dos "detidos" que formaram um magnífico coro teatral com o Salta, Salta (a juventude de agora pensa que o Salta foi inventado por eles) para safar o David Santos do castigo. Claro que "comíamos de ginjeira" os já experientes alferes que estavam de oficial de dia. Afinal éramos muito rústicos e eles uns meninos da mamã.
Mas recordo ainda hoje as palavras do Capitão Branco, que com emoção nos disse, à despedida do curso, para não nos deixarmos abandalhar. A vida ía ser dura. A Psico funcionou.
Muitos de nós fomos colocados em Paramos no Gaca 3 para dar recrutas. Que bela vida passamos lá. Embora o ordenado mensal de 90 escudos nem desse para o Tabaco. Mas a amizade criada em Vendas Novas foi muito forte e até hoje dura.
Na foto, tirada na messe do GACA, um camarada e grande amigo que já não está entre nós. O David Santos. Morreu passado pouco tempo depois do nosso regresso da Guiné. É ele o chefe de mesa.
Recebemos, fez ou faz agora por estes dias anos, a notícia da mobilização. Fomos os primeiros do nosso curso, juntamente com o Oliveira e o Alcochete.
Eu lembro que no dia 8 já tinha saído à ordem a mobilização, mas nem tive coragem para dizer em casa.
Faz também 44 anos que fizemos um Jantar no Chez Lapin, a nossa despedida. E porque era Natal, juntaram-se os dois eventos.
Fez também ontem, Dia da Artilharia, 42 anos que regressei a Catió depois de umas férias no Hospital de Bissau.
Tudo isto só porque ontem foi o Dia da Artilharia e eu estar chateado que nem um peru na véspera de Natal dos sem crise. E nem sou Artilheiro do Pummm.

sábado, 26 de novembro de 2011

P.091 - Dia do Presidente

Hoje gostava de ser Poeta, como o Sol ou Camões, o Alegre ou Pessoa, até mesmo um Bocage, para em lindas pinceladas tecladistas versajadas, cheias de inspiração, dedicá-las ao nosso querido Presidente, que inicia neste dia mais um ano da carreira da vida.

Não vale a pena lamentar que antes é que era bom só porque se perderam os direitos adquiridos nas entradas a 50% de desconto nos tais famosos antros de cultura, sejam museus ou tabancas de stripe, nos transportes e até nos fabulosos ordenados de fim de vida.

Porque é para seguir em frente marche, que o nosso querido JTeix45, o Presidente, dá o exemplo de comando à procura de um novo ano.

Parabéns Presidente.

Um bom dia e que o Cozido lhe saiba muito bem.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

P.090 - O passado foi ontem

A caminho da reunião mensal ordinária, alguns membros bandalhos resolveram aproveitar para dar corda aos sapatinhos, até porque o tempo estava bom.
Depois da visita habitual à Farmácia Sá da Bandeira, que dá descontos e umas borlas nas tensões, itinerou-se por caminhos nunca antes calcorreados. Porque era necessário fazer um trabalho, dar um saltinho a Germonde não custava nada, até porque é história e o Bando gosta muito. E aproveitando enquanto o nosso honorável Presidente tomava conta das cadeiras da sala de reunião no Café Progresso.

Reunião terminada, ala para novos caminhos para a segunda reunião. Por maioria era no Infante de Sagres. Prevaleceu o cotão dos bolsos minoritários.

Nova assembleia e maioritariamente seria no nóvel Intercontinental. Até porque era preciso meter uma cunha para sacar um conjunto de chávena e pires para o Quintino. Vergonhosamente, a minoria do cotão nos bolsos voltou a ganhar com um não perentório.

Mesmo com a falta de alguns dos presentes, o Feio foi saudado, até porque estava ali todo jeitoso, sem a barona ao canto da boca.

Com tantas paragens, deu tempo para lembrar o Madeirense-sul-africanista Joe Berardo e os seus negócios. E de quem os aparou. Juntos na Praça D. João I, os dois Bancos Magníficos a quem este rapaz sacou forte e feio. É assim mesmo ó Zorro, que para o seres só te falta a mascarilha. Foste um bom exemplo para uns tantos que andam aí perdidos pelo mundo. Tu ao menos dás o riso a quem te quiser ver. Um abraço para ti. E gozas com os cubanos, tão bem como o teu confrade A.J.Jardim.
Tudo acabou em bem. Depois de uma boa jantarada, maneira de falar, pois um bife e uma posta de bacalhau, não quer dizer que encham a barriga ao Bando. Felizmente que vão havendo umas faltas e os bolsos só com cotão ainda permitem esta divisão. E o carinho especial do patrão que não cobrou o IVA a 23%. Acho mesmo que não cobrou IVA nenhum, pois o Bando tem muito peso. Embora o Quintino não ajude muito com os seus 60 mal pesados.

Para a posteridade, o nosso Presidente quis fazer uma recordação deste belo coral. Não sei se verdadeiro. Mas a publicidade não é à cerveja madeirense, isso garanto.

Olhar o Dragão já é um clássico final de passeata. Até porque o Metro é já ali. Bem como os alternativos Merc's.
Assim me despeço com amizade, até Dezembro. Mês em que até o cotão vai desaparecer. Bem hajam aos que permitem essa limpeza. Penso eu de que...

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

P.089 - Uma Bandalheira mais completa

Quando o calor aperta e a sede desperta, nada como um passeio até à Ribeira para ver os barcos e tomar a amarelinha da ordem. Foi a marchar desde a Praça, passando por S. Bento para ver se o Egas ainda lá está e fazer um xixi. Mouzinho da Silveira abaixo e paragem na Galeria de Artesanato O Galo. Olhando o Pátio de São Salvador, bem junto à Capela, (temas para outras conversas) depois foi só a descer, parando na Foz do Rio da Vila e olhar uns iatesinhos que por ali estão e prontos a zarpar na sexta-feira.
Todos sabemos que na Ribeira há muitos encantos. Desde logo o Muro, a que ninguém ousa dizer como fazendo parte da Muralha Fernandina, ainda não entendi porquê, mas que tem a sua Porta medieval, o Postigo do Carvão, bem conservado e devidamente sinalizado. Depois da loirinha tomada no Grupo Desportivo Infante D. Henrique ala que é preciso caminhar. Na foto-recordação ficou uma senhora turista, que deu um certo encanto à cena
Uma recordação do velho Cais da Estiva com o sr. Presidente em fundo.
Não custa nada aperitivar quanto mais não seja no sentido imaginativo, olhando a casa onde nasceu o inventor do Bacalhau à Gomes de Sá.
Para além dos muitos turistas que por ali andavam e dos iates e outros barcos, também estava um grupo de caloiros universitários, acompanhados dos seus "velhos guias" praxando-os com um rastejar a "roçar" o muro. Pior que na tropa, mas são o futuro de Portugal e precisam de estar bem preparados...
Mesmo no final do Muro para leste, pertinho da Capela da Lada, a Casa onde nasceu Carvalho de Araújo, comandante do Augusto de Castilho, navio de guerra português afundado pelo submarino alemão U-139 quando escoltava o San  Miguel, este com carga e 260 pessoas a bordo e que chegou salvo ao Porto de Ponta Delgada. O Comandante Carvalho de Araújo morreu assim como 6 homens da guarnição.
Junto à hora do "tacho" chegaram o Quintino que passou o dia na reforma agrária e o Biochene, depois de passeio no seu belo carrinho. Belo para ele, para o Bando aquilo é uma sucata ambulante.
E como a noite era uma criança, ainda por cima amena e luarenta, um passeio pelo jardim da Velasquez não fez mal a ninguém. Nem às árvores. E não só, mas isso são estórias incontáveis.
Não sei se eram os efeitos etílicos, mas creio que se falou numa ida a Lisboa para escoltar o nosso Presidente, afim de receber uma medalha pelos extraordinários serviços prestados à Pátria. Em alternativa seria uma mariscada em Vigo. Mas não entendi nada, pois falaram (?) em "ferribotes", em Caminha, numa cabritada de churrasco em Coimbra, encomendar-se ao amigo Areia da 2010, de Matosinhos, uma garoupa, talvez melhor umas sardinhas. Ah já nem sei. Estes bandalhos depois da meia-noite já não dizem coisa com coisa. E ainda queriam ir ao Aeroporto ver a foz do rio Leça. Bem, estivemos lá bem próximos, mas não sei se era da Foz ou do Aeroporto ou das duas coisas. Ou será que há uma em duas ?
Melhor é ir dormir pois estou com uma soneira que nem aguento a Selecção de todos eles.