quarta-feira, 22 de setembro de 2010

P.50 - O Bando em oração

O Bando formou sem ver as horas no relógio da Velha Senhora.
Foi como um alerta para rumar a novos caminhos
No Aljube surgiu a inspiração
A cruz ilumina o pensamento
Em perfeito recolhimento no Cifrão, o Bando decidiu que na próxima 4ª Feira, 29 de Setembro, pelas 11 horas, a partir deste local sagrado, seguirá em peregrinação para Terras de Santo Tirso em mais uma jornada de oração a Deus Baco. Amen.
O fradinho Bioxene, em peregrinação por terras de Tricanas e Leitões, elevou a sua alma e aceitou participar nesta penitência. Esperemos que o Kim Mendes e outros confrades estejam connosco de pés e barriga. Mais Amens.
Adeus, até ao meu regresso.






quinta-feira, 9 de setembro de 2010

P.49 - A tristeza no Bando (ih, ih, ih...) em 08.09.10 e há-de ser 11.12.13...

Esta é a fotografia que o Portojo não tirou.

...isto porque lamentavelmente, ou talvez não, tivemos a ausência do
nosso "querido" repórter fotográfico privativo Portojo.
Não que nos fizesse falta a companhia do Teixeira, Jorge de seu
nome e Portojo na área da foto-reportagem, que de más companhias
estamos nós fartos, mas porque não nos avisou com a devida
antecedência, necessária a providenciarmos um substituto, se calhar
com medo de que sendo melhor, lhe pudessem tirar o lugar.
Enfim, tristes lamentações.
Podia eu próprio encarregar-me dessa proeza, já que estou
credenciado e habilitado para tal, "mas não era a mesma coisa",
até porque a ingestão de líquidos funestos ao organismo já não
permitiam a realização de tal façanha.
Estiveram presentes (excepto os ausentes) nesta 2ª quarta-feira de
Setembro, como habitualmente toda a "Bandalheira" como se pode
observar na fotografia que o Portojo não tirou, a saber:
Eu próprio Teixeira (o jteix) e da minha esquerda para a direita:
Moreira, Quintino, Almeida (o Bio), Peixoto e Dias que não alinhou
nas "tainas" ali para os lados de Campo Valongo num tal "Rest Verde".
Também tivemos a presença do Vasquinho das Águas que ia á
procura do ausente Teixeira Portojo, mas ficou desiludido com a sua
falta de comparência, em compensação para quem o quis ouvir só
esteve calado 2 ou 3 segundos no máximo, uma autêntica máquina
de "botar faladura".
Também por lá passou, como já é seu costume, o não menos célebre
Domingos (um camarada porreiro).

Foi assim, como se pode ver pela fotografia inclusa, casa cheia.
Por hoje é tudo, sou quem sou atento e venerando, registe-se em acta
e mande publicar sem antes dar uma achega ao nosso mui "querido"
e (in)dispensável Portojo: QUE NÃO SE VOLTE A REPETIR.

Um abraço com muitos xis-corações e até Outubro dia 13.
...se não for antes, no Cifrão.
jt

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

P.48 - O Bando saltou do galho

O ritual das 2ªs quartas-feiras mensais no Café Progresso cumpriu-se, embora com algumas faltas, pois parte do Bando encontra-se a banhos em famosas estâncias balneares da nossa costa: Mira, Moledo, etc. e em gozo de merecidas férias. Voltamos a ter a presença do Kim Mendes, membro efectivo votado por unanimidade na última reunião e agora confirmado em acta, que depois de lida, foi por todos os presentes assinada. Trouxe-nos velhas fotos de presente e entre elas uma aérea do aquartelamento de Guileje, de meados do ano de 68. Uma raridade, tanto mais que foi feita por um camarada em evacuação.
Reunião cumprida, resolvemos ir atabancar ao Pedro. Enquanto esperamos por uns bacalhaus, aperitivamos a ave da ordem, especialidade da casa há quási 49 anos.
Os após eram de intenção sentarmo-nos a tomar ar fresco, nas famosas cadeiras do Terço que estão na igualmente famosa mas triste Avenida dos Aliados.
A intenção vale muito, mas as cadeiras desapareceram. Então nada como um passeio descendo até à Praça.
Uma recordação junto do famoso tanque, que juntamente com a decoração da triste Avenida, é - são - obra do não menos famoso Siza Vieira com o apoio do pior presidente desta Cidade dos últimos 40 anos. O que para o caso não interessa nada.
A linda Menina Nua como fundo de mais uma recordação.
E até o Feio nos fez companhia, já com as Cardosas e S. Bento nas nossas costas.
Já que estávamos ali, fomos visitar o Egas, mas está a sofrer uma limpeza ou restauro. Como é da história, os azulejos da Estação de S. Bento foram aplicados com material impróprio. Então há que periòdicamente tratar deles.
Mas foi bonito ver os turistas por ali olhando os azulejos que estão à mostra. Embora grande parte estejam cobertos com uma rede. Não vá o diabo tecê-las.
Mais um saltinho e fomos até à Sé. Mas que desilusão, minha gente. Não há luz, nem na Sé nem no Terreiro, nem na Torre Medieval, nem na Casa da Câmara. A excepção era o Palácio Episcopal. O único lampião aceso serviu-nos de sol, mas não para o usarmos como o Vasco Santana, pois estávamos muito lúcidos. A máquina é que não queria funcionar. De vez enquando parece que, ela sim, fica com os copos.
No meio do casario quási às escuras, destaca-se a Velha Senhora.
Valha-nos que a Igreja dos Grilos estava bem alumiada, bem como a Bolsa (na foto) e a Igreja da Misericórdia. Já não se pode dizer o mesmo lá para Miragaia, onde o Aljube, o Convento e a Igreja estavam totalmente às escuras. Será da crise ?
Nem para uma fotinha mixuruca deu para fazer.
Pronto, até um dia destes no Cifrão ou para o mês que vem. No Progresso, como sempre.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

P.47 - Parabens a ti, Quim Mendes, artilheiro pum.

Há muitos, muitos anos, éramos nós umas crianças e na longínqua terra de África chamada Guiné, naquele paraíso de nome Catió, numa daquelas noites perdidas, encostados a uma parede, disseste-me que o dia dos teus anos ficaria na história para sempre.
Hiroshima, bomba atómica, 6 de Agosto. Foi no ano em que nascemos, mas o teu dia está associado a essa data triste. Naquela altura tínhamos 23 anos. Hoje temos mais 42.
Pois bem, já que por aqui andamos, não faz mal recordar, neste teu dia, alguns momentos de convívio que passamos com malta de outras e boas guerras
Numa partida de xadrês entre os dois, temos como mirones o Sequeira e o Mendonça da CCS do BART 1913 (saudades do Condeço) e o - não me lembro do nome - vague-mestre da "acho" que era CART 1785.
Pelo nosso ar descansado, eu e o Sequeira deveríamos ter chegado de "qualquer lado". Tu lá estavas a fazer horas, para o que desse e viesse.
Caro Mendes, embora atrasado, um grande abraço de parabéns. E que contemos o mais possível este dia por muitos anos, com ou sem lembrança de Hiroshima.
Quarta-feira lá estamos. Café Progresso.


quinta-feira, 15 de julho de 2010

P.46 - Bando à Solta

Como vendo sendo hábito às 2ªs quartas-feiras de cada mês, o Bando soltou-se para o Progresso, embora alguns Bandalhos tenham faltado ao ninho.
Em compensação, tivemos o prazer da companhia do Mendes artilheiro pum, que por alguns de nós não era visto há mais de 40 anos.
Amigo de infância, para além da partilha do tempo da especialidade na EPA de Vendas Novas, convivemos e "lutamos" em Catió alguns meses ao tempo dos BART1913 e 2865.
Foi bom recordarmos velhos tempos, velhas estórias, velhos amigos e camaradas.
A sua ficha pessoal está ao cuidado ao nosso Presidente Nandinho Teixeira, (jteix45/cumprim.) para quem estiver interessado em lhe mandar umas bocas.

Da esquerda para a direita: Presidente e Arquivista Nandinho - jteix.45/cumprim. - Mendes pum, Admor, Bioxene, Quintino Monteiro.
Seguiu-se o jantar da ordem, e o café e bagaço na Granja, onde o Bioxene nos levou para mostrar o seu último empreendimento: A Praia.
Já com a companhia do Peixoto, para a posteridade fica registado, em fundo, o empreendimento do Bioxene.

Um abraço para os Bandalhos espalhados pelo País e pelo Mundo.





sexta-feira, 9 de julho de 2010

P.45 - Parabéns a ti... (8)

Faz hoje anos o nosso camarada e amigo Moreira, Adriano de seu nome próprio e admor como é mais conhecido nos meios bloguistas, admor, assim mesmo, com letra pequenina, que ele assim quis. O nosso admor, digo Almeida, aliás Moreira, como camarada é o máximo, digo mesmo é o "mais"... o mais que tudo. É o mais antigo...é o mais velho... é o mais Furriel... (que antes de o ser já o era) e até já chegou a ser o mais de "Cmdt de Cª". Segundo ele, era o graduado mais... antigo no último encontro/convívio da Companhia, logo tinha que ser ele o... mais manda-chuva, por isso enfardava o "rancho" que se fartava. O nosso camarada e amigo é de... mais.

Faz 66 aninhos (chatice, não dá para inverter), por isso já compra o passe com desconto (comprava, se comprasse, ele só anda a "penates" e joga "pénis de mesa", ele gosta, ele o diz) há muito mais tempo que nós, ou não fosse ele o mais..."velhadas".

Para ele, sem mais, um grande abraço de Parabéns, e que tenha mais "anus" por muitos mais anos...

Um abraço a mais, d'O Bando


sexta-feira, 2 de julho de 2010

P.44 - Finalmente o Dia do Churrasco

Depois de muitas reuniões ao longo de três meses para definir o churrasco na Casa de Campo do Peixoto, lá foi o Bando até Medas, regulado do nosso camarada e amigo e convidado de honra, o régulo Carvalho II, também regulo de Mampatá. Fomos recebidos com todas as honras pelo dono da casa, onde fomos chegando aos poucos, devido à sempre complicada vida do Biochene, que à última da hora resolveu ter de ser neste dia, que iria tirar o barulho ao carro. Meia hora na oficina e o barulho continuou.
Mas as coisas são assim mesmo, menos para o Quintino Monteiro, que estava cheiinho de fome e nem a Sangria aparecia.
Os Cozinheiros de serviço Teixeira Portojo e Soares estavam preocupados pelas ausências demoradas, pois não sabiam quando deveriam pôr a carne nas Brasas.
O último a chegar foi o régulo Carvalho, à esquerda, que como de costume estava feliz da vida. É que copos e rancho junto a convívios é com ele.
Mesmo sem a Sangria à mesa, o pessoal estava feliz da vida. O Bacalhau estava quási a ir-se e venha a xixa
Tudo sereno. Dias, Soares e Biochene.
O dono da casa observa para que nada falte. O Carvalho não pára.
A casa é como um palco, CD's por todos os lados, música a rodos. E a Sangria não chegou.
Um passeio pelo território para desgartar
Mas aquilo são sobes e desces que nunca mais acabam.
O nosso Presidente Nandinho Teixeira quási precisava de uma grua para chegar ao cimo da montanha.
Depois de um lanche de Picanha muito bem passada e finalmente com a sangria à mesa, fomos até ao bar para as últimas conversas e o digestivo. De águas para muitos. De bagaço para mim. Já o Dias e o Soares tinham desandado, bem como o Carvalho. Mas esse tem os assuntos do regulado para tratar.
A paísagem é belíssima, mas tivemos de recolher aos nossos quartéis, deixando ao Peixoto o resto da Sangria.
No entanto, ele fez questão que gravássemos este vídeo, especialmente dedicado ao Guerreiro, de quem já há muito tempo não temos notícias. Escreve ó Canadense...
Um abraço