quinta-feira, 9 de julho de 2015

169 - Reunião Ordinária em Penafiel

Contra todas as expectativas , o dia 10 foi quarta-feira 8 e por isso não houve males a atrasarem uma Reunião que embora Ordinária foi marcada em cima da hora.
O espírito de Grupo que nos marcou na Escola Penal do Alentejo e muito mais nos uniu em Terras de degredo na Guiné, esteve presente quando a carneirada (acho que deveria registar Bandalheira, mas como era ainda de manhã ficamos por aqui no registo) se apresentou ao serviço (leia-se aproximação á Reunião) não lhe interessando mais nada a não ser seguir o que o Amado, Prestigiado e Alto Condutor de Homens (também haviam os condutores Hipo antigamente, como o Casimiro Carvalho, que por causa disso mudou para Ranger 3 estrelas) que é o nosso Querido Presidente.
Posto o entróito, relatem-se  as histórias ou estórias desta reunião que os Compadres Penafidelenses Cancela e Peixoto tentaram levar a bom porto.
Como era de prever, a Estação de S. Bento foi Ponto de Encontro. O Flecha partia às 11 horas, mas a verdade é que meia-hora antes já os Bandalhos do Porto Norte e Oeste se encontravam a assinar o dito Ponto.
O Egas é a nossa referência seja de manhã, à tarde ou à noite.
Preparando o embarque no Flecha...
Tudo a postos e lá vamos nós carregados de doutoramentos e apontamentos para a Reunião.
O Secretário General é um sabichão (à custa dos Penafidelenses) e ninguém quis saber dos painéis que estão na estação para olhar. Bom, nem todos, pois o fotógrafo Toninho da Foz e o Mano Velho Carvalho registaram um deles.
O Cancela recebeu o pessoal bem como o Figueiredo que está feito ao bife...
Andava o morcão do Zé Catió perdido e enquanto o esperávamos vai uma loirinha à maneira.
Saber receber é o lema do Cancela. 
Cá tá ele mais o Súcio e o Mano Velho. O chapéu deu logo nas vistas.
Lavadinhos e bem comportadinhos lá fomos amesentar ao Regula. Que fica no fim do mundo, mas nem sabeis o que perdêsteis ó preguiçosos que ficaram em casa. Loas àquela gente. Ós pois conversamos.
Apalado e bem fumado salpicão esperava-nos e um queijo de meia cura fazia-lhe companhia. O pior estava para vir...
 A ementa completa
E o pessoal lá foi tratando do material exposto
 Cavaquinhas, Meloas e outras prendas degustativas apareceram como por encanto. Andava já um espírito no ar...
 O Grande Chefe recolheu-se à mesa presidencial para embutir um doce fresco de bolacha, com chantili e chocolate acompanhado do sempre veri uell Porto. Um súbdito resolveu roubar o chefe num descaramento sem par. Mesmo à frente de toda o Bando, que descaramento. E tanto bolo na mesa..
 Novo nestas andanças, o Martins parece não aprovar a coisa...
E chegou a Hora do Espírito do Frade.
O compadre Joaquim Peixoto não pode estar presente. Mas mandou o compadre Cancela entregar ao Bando a sua pomada que normalmente deixa em transe quem a bebe, especialmente o Secretário General.
.
É o momento Xen da nossa reunião. O Cancela faz a entrega da pomada. E o querido Presidente apresenta-a para veneração.
Mas com os cafézes finais apareceram várias pomadas. Não sem antes termos feito o brinde aos presentes e aos ausentes. 
Então o Cancela, com a devida autorização do Presidente, colocou na ordem do dia a aprovação em Assembleia se se deveria abrir ou não a garrafita. Com o apoio geral do Secretário General o voto deveria ser não e todos os Bandalhos disseram sim ao não. O Presidente mandou registar em acta (pkp a acta ou ata; aparece sempre nestas reuniões) que a Espírito do Monge não fosse aberta e entregue a garrafa ao Secretário General que babadamente se encarregaria dela. Mas isso não ficou registado na pkp dela.
Hora de contas e já todos sabem onde o Zé Ferreira guarda os trocos.
A reunião para fecho de contas. O General-Secretário-Mor J. Peixoto trata do assunto e o Cancela pede desculpa por não ter conseguido negociar um precito mais em conta do que os 11€.
Considerando que a negociação até foi boa, determinou a magnanimidade da Presidência e que fosse registada na dita pkp ata: o Zé Manel Cancela e o Quim Peixoto, pelo seu extraordinário serviço em prol do Bando, receberão a comissão que por lei pertence à exmª e digníssima Presidência.
As coordenadas desta sede provisória: Adega Regional o Regula. Rande, Milhundos, Penafiel.
Ninguém ligou ao apelo do Secretario General para a foto de Família. Partantes, acabou o momento Xen e seja o que deus quiser a partir daqui.
O momento cultural foi dedicado ao extraordinário Museu de Penafiel. O Secretário General  desligou os fios e prontos.
Mas não poderíamos ficar indiferentes à simpatia com que fomos acolhidos. Hoje em dia é tão raro que ficamos meio entupidos.
Segue a visita ao Museu.




 Um aparte. Os 4 Jorges, sendo só três Santos. O outro Jorge abre desde há manga de chuvas a Procissão do Corpo Santo na linda Cidade de Penafiel.
A visita ciceroneada muito profissionalmente termina pacientemente aturada.
Mesmo em frente, uma pequena esplanada acolhe com simpatia uns morcões cheios de calor e sede.
Até o príncipe loirinho é apenas a 1 €.
Porque não é toda a gente como as de Penafiel ?
Chegou a hora e temos de retornar.  Despedidas, bjinhos e abraços.
 
 A cambada entra no Flecha que só vai demorar três quartos de hora.
Em S. Bento a foto de fim de tarde
Mas sem irmos cumprimentar o Egas, que até foi de Penafiel dono ou pelo menos de uma parte, não é uma chegada em grande.
Faltava o Casimiro que deu numa de cicerone camone e mai'nada. 
O pessoal que aguente cheio de sede.
Assunto resolvido passado mais de meia hora e encontramos um dos nossos poisos habituais bem próximos da Estátua do Porto.
 Mais brindes e brindes...
... e esta lourinha parecia água. Houve quem repetisse, mas o Secretário General só gosta do que lhe sabe bem e acaba a dita pkp da acta que depois vai ser assinada com um gosto no Face.
Mesmo sem ter sido lida nem as fotos vistas.
Por falar-escrever fotos: A autoria toda baralhada dos apontamentos fotográficos são do Presidente J.Teix- Jotex para o Zé Catió; Casimiro Carvalho, Toninho da Foz; O Súcio e o J.Peixoto ainda não mandaram os seus.
P'ró mês que vem parece que a coisa vai dar um confusão. Preparativos a um mês de distância não cheira a coisa real.
Não sei de nada nem quero saber. Quem vier atrás que feche a porta...

sexta-feira, 3 de julho de 2015

168 - Reunião Ordinária mensal em Penafiel

A Presidência do Bando recebeu um gentil convite dos Compadres Penafidelenses Cancela + Peixoto para que a reunião de 8 de Julho próximo se realize na sua linda terra.
O programa está definido pelos próprios compadres, que para além de nos colocar à disposição a sua Tasca preferida para a Assembleia, organizam uma visita de estudo para aprofundar os conhecimentos Bandalhos.
Como é da praxe Bandalheira, a coisa nunca se sabe, a não ser o rancho:
Bacalhau assado na brasa e Vitela assada no forno. Lògicamente que há entradas e muito branco, tinto, águas e loirinhas; E bolinho para o Senhor Presidente.

Pontos de encontro e horários:
Partida: Estação de S. Bento no Flecha das 11 horas. Chegada a Penafiel às 11h53m, reunindo-nos na Estação com o Zé Catió e o Fernando Súcio para além dos Compadres.
Bombos, Foguetes e a Banda de Rio Mau festejarão a nossa chegada.
Regresso: A partir das 17h07m há Flechas de meia em meia hora mais ou menos

Inscrições nos locais habituais.

Até lá, Bandalhos



quinta-feira, 11 de junho de 2015

167 - Dia do Bando em Crastumia

Convidados desde o ano passado, o Bando e não só fez-se representar condignamente na Festa dos Ex-Combatentes  de Crastumia, lugar de Vila Nova de Gaia agora conhecido como Crestuma.
A coincidência bateu precisamente no Dia do Bando que por tal razão não passou pelo Café Progresso.

 O Bando já se deixou de pieguices e só tem de organizar a sua parte. Horários cumpridos ao segundo já para não defender Crastumia mas para lhe dar a nossa força.
 Atravessada a Ponte do Freixo por cima do Douro (por baixo o projecto maluco do Meneses foi por água abaixo)  em velocidade dentro dos conformes, aí vai a excursão do lá de cá para o lado de lá.
 Já no ponto de encontro final, um olhar sobre o Douro e os verdadeiros artistas da água.
O Jorge Peixoto apresentou-se com um visual à Presidente, o que muito deve ter desgostado  o verdadeiro Presidente Jorge Teixeira
Uma imagem para recordar. O Presidente pirou-se para ir à missa.
 O encontro com as gentes do outro lado após a missa.

 Em Crestuma só se sobe. Lá vamos ladeira acima em romagem até ao Cemitério.
 Não quer dizer com isso que não se pare e aprecie a natureza
Mesmo subindo devagarinho a natureza é para apreciar
Esta é uma natureza diferente mas muito bacana.
 No cemitério, o respeito e a saudade pelos ex-combatentes que já partiram

Do programa fazia parte a visita na sede da ex-Junta de Freguesia à exposição sobre arqueologia e História de  Crestuma.
O nosso Cicerone foi o Alberto Moura.

Seguiram-se conversas informais no auditório. O José Ferreira, mais conhecido como o Zé Catió dirigiu breves palavras de esclarecimentos sobre este dia e deu ordem para algumas outras
 O nosso querido Presidente, convidado de última hora, deu a conhecer a História do Bando  já com mais de 7 anos e prometeu muitas bandalheiras futuras a bem dos ex-combatentes. E o futuro é já hoje...
 Seguimos atentamente o Jaime Frufe de Andrade explicando-nos as suas ideias sobre o que pensou quando escreveu Não Sabes Como Vais Morrer em 7 mais 1 histórias de guerra. 
Um prazer ouvi-lo numa promessa de 4 minutos e meio que se prolongaram por mais 4 e meio, mas bem merecidos.
Foi a vez do Ricardo Figueiredo nos contar como a Cidade de Paredes está a receber um projecto de ex-combatentes cheio de muitas boas intenções. Que pretende incluir crianças, um museu, cantina e etc. Foi-lhe propôsta e oferecida a receita dos bem conhecidos e na altura afamados Bolinhos de Bacalhau à Catió, pelo mestre Portojo. Ideia aplaudida em pé pela assistência.
Antes ou depois da cerimónia, não interessa, alguns Bandalhos armados em repórteres captados pelo Tavares cuja máquina continua no fuso errado.
Em quanto (ou será enquanto ?) a bandalheira se desenrolava, o Secretário-General foi ver o ambiente do local mais apetecido.
 Envolvendo o Restaurante Casa do Casalinho (em frente à sede da ex-Freguesia) um relvado muito bem tratado e plantado com árvores de fruto e de flores.
 A "nossa mesa"  devidamente bem organizada num ambiente rústico.
 Algumas pomadas prontas para entrar em acção bem como uns aperitivos só para aguçar apetites.
Lógicamente que o secretário-general Jorge Portojo já estava mais que sequioso. Com tantas subidas e conversetas a maravilhosa loirinha tardava, mas foi bem apreciada. A imagem de boa fé colhida é do Eduardo Campos.
 Simultâneamente ou não, o grupo que estava a posar para a recordação para o Casimiro foi apanhado desprevenido. Lá está o Edu armado em expert de revistas langorosas a captar o Secretário General.
Esta é a foto oficial e bem no alto a Loirinha, grande companheira.
 Depois foram aquelas coisas habituais. 


 Mas que raio se passa que estes dois estão cada um para o seu lado ?
Será que caiu uma garrafa para baixo da mesa sem ninguém dar fé ? E logo a que pés foi ter.


Um Bandalho a merecer louvores pelo grande convívio que nos proporcionou.
 Os meninos brincam. E depois não gostam que se lhes chamem nomes feios. É o convívio dos tempos modernos...Ou o controle efectivo das massas.
 Finalmente o belo Leitão assado à Moda de Crastumia pela Casa do Casalinho. O resto é paisagem.
Para quem não gostasse de Leitão, Vitela Assada que estava um espanto. Disse(ram) quem provou.
Estava logo ali à mão do semear...
O Vasquinho das Águas já estava a sonhar com o Douro, Rio.
A célebre amarelinha do Bateira começou a girar.
 Tudo nos conformes.
 Mestre Gil do Choupal e Mano Velho Carvalho à maneira.
Não se sabe bem porquê, mas os Jorges estavam meio indispostos. Será por causa das eleições de que muito se fála ?
O Bateira só tem Bianda, tadinho...
 Antes que dessem fé do bolo comemorativo, o que aconteceu só muito para o final, uma pose antes da censura e justamente alinhado com a Amarelinha do Bateira. Que estava excessivamente alcoólica para um dia tão quente...

Um brinde a nós e a todos os outros ex-combatentes que fizeram deste dia não assinalado oficialmente, o nosso DIA do COMBATENTE. Somos muito mauzinhos...
 O Senhor Presidente Jorge Teixeira (ou Jotex como lhe gosta chamar o Zé Catió) todo feliz. Já lá moram muitas Doçuras, Café e Porto.
 Um dois em um com a comemoração aniversariante da Senhora Doutora Constança, uma das almas deste encontro.
 Partilha do Bolo pelo Romualdo e pelo Presidente Bandalho
 De uma mesa restam esquecidos os restos no fundo dos copos e muita bandalheira.
E um brinquedo
 Ladeados pelos bem formatados Presidente e Mano Velho Carvalho, posam muito sérios o Antoninho Tavares, o Vasquinho das Águas e o Edu tosse-tosse.
 Uma volta pela natureza animal só para descomprimir.
Seguimos para o Bar do Clube Náutico tentando fazer horas para apanhar o Barco das 18,30 .
E claro como água, levar com umas loirinhas que a sede era muita.
 Descomprimindo mas o General-Mor-tesoureiro anda a remoer alguma coisa...
Ó pa eles tristinhos de copos vazios. Mas houve mais porque Deus não é ingrato para quem gosta de loirinhas.
 Não sei como o Senhor Presidente se deixa levar por estas coisas. Todos sabemos que para ser Bandalho é preciso ter condições especiais. E as aprovações têm de ser feitas em Assembleia Geral e não num Bar.
Deixando as horas passar. Olhem como o General-Mor-Tesoureiro continua pensativo. Cuidado Presidente.
 Aí vem o nosso Barco. A Ribeira espera-nos...
...afinal não nos esperará porque o Senhor Presidente determinou e mandou publicar... e porque não é não mesmo... e prontos mai'nada. Venham as eleições.
Quase noite, lá fomos uns para cada lado.

O Sábado há encontro no Choupal dos Melros. Tudo confirmado com o Mestre Gil.
O ponto de encontro inicial é no local do costume o terminal do Metro de Fânzeres.
Ao Fernando Súcio desejamos uma boa viagem e deixa-nos com a tristeza pela falta da Água do Marão.
Agora é tempo de preparar o próximo Dia do Bando. Como bons democratas, podemos resolver o assunto fora das Assembleias Gerais.