O Bando esqueceu-se de mandar publicar a sua crónica semanal mas ainda vem a tempo porque Roma e Pavia não se fizeram num dia e o Bando também não
almoço com trinques afinados no Via Lidador e contrariamente ao habitual frango e bacalhau foram entradas de rojões migas de bacalhau presunto salgadinhos mini-mini e já não lembro que mais.
doces e frutas cafés e bagaços. Pronto. Já está a primeira parte.
A segunda remeteu-se para as contas à Moda do Porto e conforme se pode verificar bateram certo. Cafés e Bagaços.
O Bando precaviu-se porque se assim não fosse a esta hora ainda estava na Estação do Lidador.
E nós a vê-lo passar e chateados como Perus bêbados do Natal.
O Bando também é muito didático e altruísta por isso fotografamos as máquinas que servem para receber os aumentos dos bilhetes cuja receita é distribuída pelas dezenas de administradores directores gerais directores de segunda, etc etc.
Mais altruistas do que o Bando são esses administradores directores etc etc. que já devem estar saturados de tanto dinheiro pilim monei carcanhois graveto cheta pois resolveram fechar as duas sim as duas máquinas de sacar os tostes ao pessoal por isso o Bando agradece e recomenda que se use a estação do Lidador do Metro pois a viagem é grátis e quero ver se um juiz tem coragem de condenar se for multado por ter entrado na estação do Lidador da Linha da Póvoa.
Como tudo tem um ponto com nó, estamos a aproveitar a oportunidade para desejar ao camarada Biochene um bom dia e dentro do possível que passe um dia de anos razoável. Um abraço muito especial para ti, Fernando.
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
P.107 - Assembleia Extraordinária
Conforme determinam os Estatutos quem tá tá, quem não tá tivesse, o Bando há hora marcada mais uma, saiu do Bolhão, para a sala especialmente reservada do Pedro II.
A Ordem do Trabalho continha um ponto único: Aonde o Almoço do próximo convívio.
Discutido abertamente pela grande maioria Bandalha que quási enchia a Sala e após consultas rápidas por tele conferência a alguns impedidos (Mendes: Estou a Caminho da Escócia, depois do dia 1 fálo; Quintino: Agenda cheia, princípio da semana comunico; Biochene: Não sei se vá não sei se fique. A minha secretária informará; Guerreiro: Aguentai até Abril, agora é época de caça no Canadá;) Confirmadas 9 presenças.
Em Ata (ou será Acta ?) votou-se, registou-se e gravou-se com os seguintes resultados: Contra 0, Abstenções 0, Aprovado por unanimidade. E que se publique a dita ata (ou acta) em todas as formas de comunicação grátis, para chegar a todos os locais da terra e arredores:
1. Almoço no Restaurante Via Lidador
1.a - Data e Hora: 12. Dezembro.2012. às 13 horas, mais hora menos hora.
1.b - Transportes próximos terminais: Aeroporto de Pedras Rubras; Porto de Leixões; Comboio Campanhã/S.Bento; Transporte até à Porta, aconselhável: Metro do Porto (Estação do Bolhão), /Linha da Póvoa - Paragem Lidador,
Saída 12H05M.
A Ordem do Trabalho continha um ponto único: Aonde o Almoço do próximo convívio.
Discutido abertamente pela grande maioria Bandalha que quási enchia a Sala e após consultas rápidas por tele conferência a alguns impedidos (Mendes: Estou a Caminho da Escócia, depois do dia 1 fálo; Quintino: Agenda cheia, princípio da semana comunico; Biochene: Não sei se vá não sei se fique. A minha secretária informará; Guerreiro: Aguentai até Abril, agora é época de caça no Canadá;) Confirmadas 9 presenças.
Em Ata (ou será Acta ?) votou-se, registou-se e gravou-se com os seguintes resultados: Contra 0, Abstenções 0, Aprovado por unanimidade. E que se publique a dita ata (ou acta) em todas as formas de comunicação grátis, para chegar a todos os locais da terra e arredores:
1. Almoço no Restaurante Via Lidador
1.a - Data e Hora: 12. Dezembro.2012. às 13 horas, mais hora menos hora.
1.b - Transportes próximos terminais: Aeroporto de Pedras Rubras; Porto de Leixões; Comboio Campanhã/S.Bento; Transporte até à Porta, aconselhável: Metro do Porto (Estação do Bolhão), /Linha da Póvoa - Paragem Lidador,
Saída 12H05M.
Aprovado pelos presentes para publicação
C/C: Tropa, Tabancas, Amigos, Jagunços
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
P.106 - O Bando e a Greve... General
Hoje, ontem (!) 14-11-2012, era o dia do Bando e também era dia de greve geral. O Bando, aBandalhou-se e à revelia resolveu fazer greve de zelo.
Em 8 anos de tertúlia/conspiração foi a primeira vez que tal aconteceu, uma vergonha. Nem o exemplo do presidente, o da nossa República, (não confundir), que diz que foi trabalhar, os demoveu de tão odioso acto.
O Peixoto ainda deu um ar de sua graça e marcou o ponto, mas tão depressa o fez como se pirou, alegando que não tinha "canetas" para chegar a casa, não por vontade própria mas por falta de locomoção.
Quanto ao resto: nicles, naine, zero.
Aqui está a prova provada de que o "presidente" esteve presente
como sempre e... não mente.
O próximo convívio:
Ficou decidido por aclamação e unanimidade e na ausência de quórum, que o próximo em Dezembro, na quarta-feira dia 12, seja o nosso almoço de Natal, quem não estiver de acordo... está tramado!
Um abraço... apesar de tudo.
cumprim/jteix
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
P.105 - O Douro e o Bando aBandalhado
Na segunda quarta-feira de Setembro dia 12, o Bando (um mini Bando muito mini), resolveu levantar voo e foi de comboio, com medo das alturas, até à Régua.
A finalidade era verificar in-loco como decorria a produção vinícola olhando ao nosso interesse etílico e ao mesmo tempo fazer uma cura gastronómica da já célebre receita, frango com bacalhau.
E parece que não se saiu nada mal.
A rota tinha que ser esta...
Tudo começou na estação de Campanhã, que a fazer fé nas indicações da CP, a esta hora ainda lá estávamos.
A sorte é que o "combóio sem paragem", parou... e nós entramos, será este?... E era !!!
Como o repórter-editor-redactor-candidato-a-candidato está em greve de zelo, fui "obrigado" por inerência do "cargo" a tomar em mãos a incumbência de relatar os factos ocorridos, tendo esperança que a dita insatisfação zelosa não se prolongue ad-eternun.
Vê-mo-lo aqui a disfarçar, mas com a mão sempre no "material".
O resto do mini Bando muito mini olhava a paisagem...
Ou ria-se do brilho límpido da janela?...
Isto é a CP no seu melhor e a contenção nas... limpezas.
O cabo que se vê na paisagem é só para irritar o fotógrafo.
Finalmente a Régua... e não podiam faltar os rebuçados da "Régua prá tosse"... lógico, se era na Régua.
Felizmente, que há sempre um bom camarada para nos aturar.
Tinha-mos à espera o bom (salvo seja) camarada e amigo Fernando Súcio, que fez o favor de nos conduzir através da sua viatura num maravilhoso passeio até ao Pinhão, Alijó... e não só.
Até deu para "apanhar" o comboio.
A bela estação do Pinhão.
Pose para a foto na estação, a fazer horas para o almoço com a barriga a dar horas.
Já nos finalmentes da refeição.
Estava tudo a gosto e a preceito, até no preço, que é um bom Motivo para voltar ao Café Motivos, assim se chama o restaurante, pequenino mas acolhedor.
Ora bem!
A curiosidade do "grevista J. Portojo" levou-o a meter o bedelho numa casa pequenina que dava para o rio Pinhão, na ânsia de uma melhor
perspectiva fotográfica, como só ele sabe.
E não é que essa casinha era uma "superfície comercial" cujo administrador de si próprio ou seja patrão e empregado é o Sr. Tigelas, que administra, ora a barbearia, ora a tasca, que é disso que se trata e até já foi objecto de várias reportagens televisivas e jornalísticas?
Mas melhor melhor é a "pomada" que ele nos serviu. A 50cent o cálice ele agarra bem a garrafa, não vá ela desaparecer, vejam...
Depois da "pomada" o grevista J. Portojo a disfarçar e a boicotar o seu próprio trabalho.
O "boneco" é as traseiras da casa do Sr. Tigelas.
Contemplação das magnificas paisagens dourienses.
As despedidas e uma última foto na Régua.
Limpo e tratado... o turismo e a CP... coisas da CP
O regresso a Campanhã depois de um dia bem passado e a dança da despedida.
Um agradecimento muito especial ao Fernando por nos ter aturado e prometemos para a próxima fazer melhor para pior. Obrigado.
Fotos: J. Portojo e jteix
quarta-feira, 20 de junho de 2012
P.104 - Memórias atrasadas
Precisei ler de uma "ilustre" mas incógnita comentarista, a notícia que o Bando alcançou a marca de 13.000 visitas. Claro que tinha de ser colocada em relevo no post a notícia pelo nosso querido Presidente JTeix./45, mas sem dar o devido relevo. Este Presidente nunca mais vai de vela.
Isso fez-me recordar que andavam umas fotos perdidas e não publicadas. Como seria de obrigação.
Aqui vão, atrasadas, mas a tempo.
Em Maio, por atrasos de comunicação, andou o Bandalho-escritor sozinho, pelo Aljube (melhor dizendo, pela Cadeia) e Cordoaria até que a companhia chegasse. E a proposta foi descer a Restauração à procura da casa onde o Avó de um amigo vivendo no Brasil, teve o primeiro laboratório clínico, privado, da nossa Cidade.
Temas particulares, mas que o Bando ajudou a descobrir.
Mas ao passar o 18, o Presidente embirrou com os freios do dito. Como já lá vão mais de 2 meses, não lembro o que ele queria do bichinho.
Olhar da Restauração por sobre as Ruínas do antigo Convento de Monchique, trazem-nos sempre recordações da História e de Estórias. Presume-se que o Convento foi construído no local onde existiu um antigo cemitério Judeu. E daqui partiu Camilo Castelo Branco para a sua obra prima O Amor da Perdição, escrito na Cadeia. Onde tinha estado uma hora antes, na sua cela.
Depois foi a descida pela Rua de Cimo do Douro ao lado do Bairro Ignêz, o primeiro Bairro Social da Cidade, a caminho de Monchique.
Tudo aquilo está em ruínas, mas a fachada ainda está em pé. Um escritório de uma empresa de segurança e presumo que ainda uns armazéns da Meneres, ainda por lá estão.
Chegados à Alfandega, algumas ruínas de Miragaia, contrastando com o Palácio dos Portocarrero - ainda há laços vivos desta família - mais conhecido com o Palácio das Sereias, fazem doer a alma. A partir daqui, foi apanhar os transportes para a comezaina. E mai'nada.
Saltemos para Junho 13, dia de conflitos nacional-futebolísticos.
Arrancando da farmácia, descida por Sá da Bandeira e olhando os Tugas portuenses, ansiosos pelo jogo contra a Dinamarca. A hora aproximava-se, mas queríamos ver o jogo na sede.
A sede tinha-se prevenido com um ecrã quási gigante e estava cheia. Mas um Presidente que se preze (prezou), reservou lugar previligiado para o mini-Bando tomar umas loirinhas e dizer mal do treinador e do CR7. Vão trabalhar malandros...
Felizmente que o Dragão Varela acalmou a rapaziada para irmos sossegados saborear um Alemanha-Holanda na Churrasqueira.
Regresso à sempre e eterna Cordoaria para apanhar o 300 que nos leva até às Antas.
Quem foi ou foram os porcos que colocaram aqueles papeis junto ao Rapto de Ganimedes ?
Um passeio já habitual desde a Churrasqueira - não frango e bacalhau, mas frango e bife - até ao Poço das Patas, onde o luminoso já nos lembra que o S. João é daqui a três dias.
E prontos, atrasado sim, mas a tempo.
Por falar nisso, sexta-feira não será dia de farturas nas Fontaínhas ?
É só a lembrar o nosso Presidente.
Isso fez-me recordar que andavam umas fotos perdidas e não publicadas. Como seria de obrigação.
Aqui vão, atrasadas, mas a tempo.
Em Maio, por atrasos de comunicação, andou o Bandalho-escritor sozinho, pelo Aljube (melhor dizendo, pela Cadeia) e Cordoaria até que a companhia chegasse. E a proposta foi descer a Restauração à procura da casa onde o Avó de um amigo vivendo no Brasil, teve o primeiro laboratório clínico, privado, da nossa Cidade.
Temas particulares, mas que o Bando ajudou a descobrir.
Mas ao passar o 18, o Presidente embirrou com os freios do dito. Como já lá vão mais de 2 meses, não lembro o que ele queria do bichinho.
Olhar da Restauração por sobre as Ruínas do antigo Convento de Monchique, trazem-nos sempre recordações da História e de Estórias. Presume-se que o Convento foi construído no local onde existiu um antigo cemitério Judeu. E daqui partiu Camilo Castelo Branco para a sua obra prima O Amor da Perdição, escrito na Cadeia. Onde tinha estado uma hora antes, na sua cela.
Depois foi a descida pela Rua de Cimo do Douro ao lado do Bairro Ignêz, o primeiro Bairro Social da Cidade, a caminho de Monchique.
Tudo aquilo está em ruínas, mas a fachada ainda está em pé. Um escritório de uma empresa de segurança e presumo que ainda uns armazéns da Meneres, ainda por lá estão.
Chegados à Alfandega, algumas ruínas de Miragaia, contrastando com o Palácio dos Portocarrero - ainda há laços vivos desta família - mais conhecido com o Palácio das Sereias, fazem doer a alma. A partir daqui, foi apanhar os transportes para a comezaina. E mai'nada.
Saltemos para Junho 13, dia de conflitos nacional-futebolísticos.
Arrancando da farmácia, descida por Sá da Bandeira e olhando os Tugas portuenses, ansiosos pelo jogo contra a Dinamarca. A hora aproximava-se, mas queríamos ver o jogo na sede.
A sede tinha-se prevenido com um ecrã quási gigante e estava cheia. Mas um Presidente que se preze (prezou), reservou lugar previligiado para o mini-Bando tomar umas loirinhas e dizer mal do treinador e do CR7. Vão trabalhar malandros...
Felizmente que o Dragão Varela acalmou a rapaziada para irmos sossegados saborear um Alemanha-Holanda na Churrasqueira.
Regresso à sempre e eterna Cordoaria para apanhar o 300 que nos leva até às Antas.
Quem foi ou foram os porcos que colocaram aqueles papeis junto ao Rapto de Ganimedes ?
Um passeio já habitual desde a Churrasqueira - não frango e bacalhau, mas frango e bife - até ao Poço das Patas, onde o luminoso já nos lembra que o S. João é daqui a três dias.
E prontos, atrasado sim, mas a tempo.
Por falar nisso, sexta-feira não será dia de farturas nas Fontaínhas ?
É só a lembrar o nosso Presidente.
quinta-feira, 14 de junho de 2012
P.103 - Números Redondos
quinta-feira, 12 de abril de 2012
P.102 - A Medalha de Serviços Prestados
Está escrito em forma de Lei que aos ex-combatentes do ex-ultramar, pelo alto valor de serviços prestados à Nação Portuguesa, lhes é reconhecido o mérito e a honra, blablabla..blablabla..blablabla..., devendo o registo de tal serviço figurar na sua caderneta militar e nos Arquivos Gerais do Exército.
Claro que isto da Lei é tudo conversa fiada para quem esteve e está nos serviços das Forças Armadas, incluindo praças, sargentos, oficiais, até chegar ao topo através dos Chefes de Serviço, de Direcção, de Comando, de Generais, de Ministros. Eu sei lá que mais.
O simbolismo desta pequena e simples coisa que é o reconhecimento de quem prestou dois ou mais anos ao serviço imposto pela Nação, em terras de África, de arma na mão, traduz-se num pequeno conjunto medalhístico, (tipo corriqueiro de quem é feito comendador) mas quem quiser ter o prazer de o possuir, tem de correr mundos e fundos, saltar de repartição para serviços e esperar anos para receber uma simples caixinha, contendo uma medalha de trazer ao peito (foleira p'ra caraças), uma para usar no cordão à volta do pescoço tipo medalha de Santa Rita, das que se vendiam nas feiras com uma fitinha e custava 10 tostões, e uma barreta. Esta iguais às que recebiamos logo após os 18 meses de comissão. (Como foi o meu caso). Mas ainda deverá deslocar-se a Lisboa para a receber.
Ora uma coisa que é de Lei não deve ser tratada assim. Mas é o nosso Portugal de alguma gente que só olha para o seu umbigo e não está cá para olhar o que a rodeia.
Mas neste momento de "euforia" não quizemos deixar de simbòlicamente colocar no peito do nosso Presidente-Herói, a medalha a quem tem direito.
Ora eu - candiato a candidato à futura presidência vitalícia do Bando, segundo o Prof. Faz Filmes - quiz dar uma de Presidente de todos os Portugueses, com o aspecto cínico apropriado dessas ocasiões, para impor pela terceira vez a insígnia que registará para a posteridade, a passagem do nosso camarada por terras africanas, ao serviço da lei e da grei. Há mais de 42 anos. Mai'nada.
Mas adiante que atrás vem gente.
Por lapso da redação (ou será redacção ?) editorial, o mês passado não foi registado neste jornal. Também a afluencia Bandalha foi de três quintos, pois o Biochene (ou será Bioxene ?) estava em Madrid a ver o Real e o Quintino estava com o trisureilho - agora é que fiquei à rasca tal qual a velha geração, porque não sei se é assim que se escreve. Mas para o caso não interessa nada e muito menos perder tempo para ir ao dicionário (ou será diccionário ?) - A merda da nova ortografia não me deixa saber se erro em cada palavra que escrevo. Mas à moda do Porto, que se lixe...para não dizer outra coisa.
Conversa vai, conversa vem, e saiu à baila a Capela onde a rapaziada fez umas poses (no mês passado) e mais uma especial para o meu arquivo. Mas isso não é para aqui chamado.
Muita discussão para saber qual era o nome da Capela e do Santo venerado. "Tava" o pessoal já meio pronto por causa do Champanhe da Lixa e ninguém se entendia. O Bioxes faz um telefonema para a Diocese, o Presidente diz que a Capela era da mãe - ele que conte porquê - afinal não é Diocese é Paróquia. Bom, nem vos conto a desgraça que ía naquela mesa e o CR7 a somar golos.

Pois posso esclarecer ? Então esclarecerei... A Capela é de Montebelo e também do Senhor Jesus da Boavista. Tem uma tradição de várias décadas na Paróquia do Bonfim, a festividade a Nossa Senhora do Porto que se realiza no domingo (não sei qual) de Setembro tendo como ponto alto uma Eucaristia solene e a realização da Procissão.
Mais esclarecimentos ? dirijam-se à Paróquia, ou à Junta de Freguesia, pois não consegui mais nem melhores esclarecimentos. A Capela deve ser clandestina.
Descemos depois a Avenida Fernão de Magalhães e localizamos mais uma escola por onde passou o presidente Teixeira. E entramos em plena "zona" onde por gentileza uma gentil senhorita nos fez este belo boneco tipo "arruados".
Subscrever:
Mensagens (Atom)





























